É o óbvio! Se a meta do superávit primário continua intocada e se retira dessa conta os investimentos das estatais, outras atividades do chamado setor público terão que compensar o expurgo. Talvez se feche a conta com um pouco menos de saúde, educação, segurança, quem sabe? O que os analistas abaixo não reconhecem é que os recursos de investimentos das empresas públicas não são recursos do governo. SÃO DO CONSUMIDOR!!!! A tarifa de energia elétrica paga o consumo e tem que garantir a continuidade do suprimento, daí o investimento. É assim em qualquer parte do mundo. Tratar tudo como se fosse recurso do governo é assemelhar tarifa a imposto. Afinal, nossa subserviência já chegou ao ponto de não termos o direito de saber o que estamos pagando?
Para analistas, mudança de cálculo não resolve (Estado de São Paulo 28/04)
O problema não é a contabilidade do gasto, mas a capacidade da caixa do País