O ILUMINA e a COPPE entregaram ao governo o documento "O risco do Déficit e a Privatização de FURNAS" disponível para "download" na página. O presidente recebeu esse documento. Apesar …

O ILUMINA e a COPPE entregaram ao governo o documento "O risco do Déficit e a Privatização de FURNAS" disponível para "download" na página. O presidente recebeu esse documento. Apesar de ter sido publicado em meados de 2000, desatualizado portanto, já alertava para a situação caótica que poderiamos viver. O sinal de que o documento atingiu o mais alto escalão do governo foi a convocação do ILUMINA e da COPPE para reuniões com o antigo Secretário de Energia e com o diretor de Planejamento da Eletrobrás. Nessa reuniões, realizadas em Novembro de 2000 e Janeiro de 2001, foi peremptóriamente negado o risco. De nada adiantaram as contra-argumentações. Portanto, não venham dizer que FH não sabia…


FGV prevê séria crise com o racionamento

Estudo desenha um cenário de grandes prejuízos para o País e para a população


RENÉE PEREIRA


As metas econômicas do governo serão comprometidas pelo racionamento de energia, segundo estudo divulgado ontem pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O trabalho foi encomendado pela Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia (Abrace), Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro (Abividro).


De acordo com o coordenador do estudo, professor Fernando Garcia, se o racionamento se estender até maio de 2002 o Brasil enfrentará retração de 1,5 ponto percentual nos primeiros cinco meses do ano que vem, na comparação com o mesmo período deste ano.


Segundo Garcia, a escassez de energia vai limitar o crescimento econômico, reduzir o número de empregos, diminuir a arrecadação de impostos e, por fim, sacrificar a balança comercial. Caso o governo opte por um corte de 20% no fornecimento de energia elétrica durante seis meses, por exemplo, a taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) recuaria 1,5 ponto porcentual em relação às expectativas anteriores de crescimento. Em termos monetários, isso equivale a R$ 15 bilhões de bens e serviços que deixarão de ser produzidos no País em 2001.


Ainda de acordo com Garcia, o problema é que a redução na produção provoca um efeito dominó, pois se cai a produção caem as vendas, os impostos, os empregos etc. Por conta disso, o estudo estima que 856 mil postos de trabalho sejam encerrados ou não abertos. Desse total, cerca de 120 mil postos correspondem à indústria.


O impacto na indústria de base deverá afetar também outros setores da economia, como a construção civil e a indústria automobilística, que deverão postergar projetos. "Quem está empregado vai perder sua vaga. E quem teria a oportunidade de conseguir um novo posto não terá mais", sustenta Garcia.


Balança comercial – Mas se os efeitos são imediatos no recuo de produção, o mesmo não ocorre com o consumo. E para suprir a demanda, argumenta Garcia, o País terá de importar mercadorias. Combinando a necessidade de adquirir produtos estrangeiros com o recuo das exportações, o efeito sobre a balança comercial seria lastimável. Segundo o estudo, deverá haver um aumento de US$ 1,6 bilhão no déficit da balança comercial do País.


Isso porque os principais exportadores são exatamente aqueles que usam mais energia para produzir. Entre eles estão as indústrias de papel e celulose, a siderurgia e a do alumínio. "A situação atual é tão grave como o choque do petróleo em 1974", diz o professor. No caso da indústria de alumínio, a energia representa 35% dos custos de produção.


Para agravar ainda mais a situação, o estudo prevê redução na arrecadação de impostos na ordem de R$ 6,6 bilhões nos seis meses de racionamento, sendo mais de 30% desse valor referente ao ICMS.


Opções – A reivindicação das indústrias é que o governo encontre alternativas para reduzir os efeitos negativos, distribuindo de forma estratégica a contribuição de cada um. Agora a equipe econômica do governo terá apenas duas semanas para tentar encontrar saídas para o problema. Segundo o professor da Universidade de São Paulo José Goldenberg, a impressão é de que a equipe econômica só se deu conta agora da gravidade da crise energética. Prova disso é a reunião de terça-feira no Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) terminou sem nenhuma solução concreta para o problema.Estado de São Paulo 9/5


Governo sabia de risco de apagão

Estudo do ONS advertiu, há um ano, sobre necessidade de racionamento, mas nada foi feito para evitar colapso


GUSTAVO KRIEGER E FERNANDO THOMPSON


BRASÍLIA – Há pelo menos um ano o governo já sabia que ia faltar energia e poderia ter tomado providências para minimizar as conseqüências do apagão, que começa já no próximo dia 1°. O Jornal do Brasil teve acesso a um relatório de abril de 2000, elaborado pelo Operador Nacional de Sistemas (ONS) e encaminhado ao Ministério da Minas e Energias e à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O documento, chamado Planejamento Anual da Operação Energética ano 2000, diz: ”O risco mais severo observado corresponde ao subsistema Sudeste/Centro-Oeste e ocorre no biênio 2000/2001, em valores em torno de 20%”.


O relatório foi elaborado pela equipe de Mário Santos, presidente do ONS, e um dos técnicos que participaram da elaboração do Plano de Contigenciamento de Carga, que determina o sistema de cotas e de racionamento de energia. Com o relatório, Santos avisou a Rodolpho Tourinho, então ministro das Minas e Energia, e a José Mário Abdo, diretor-geral da Aneel, que a situação dos reservatórios das hidrelétricas das duas regiões estava abaixo dos níveis de segurança.


Fé em São Pedro – Segundo o relatório, o risco de acontecer problemas com abastecimento girava em torno de 20%, um número que não impressionou a área de energia do governo, mas que segundo técnicos do setor é quatro vezes maior do que os níveis aceitáveis.


Mas os avisos do presidente do ONS foram ignorados. O então ministro Rodolpho Tourinho não gostava de Mário Santos. Evitava até receber o presidente do ONS em seu gabinete. Segundo um técnico que acompanhou de perto as reuniões da área energética, nem Tourinho, nem Abdo consideraram o relatório relevante porque acreditavam na ajuda de São Pedro. ”Eles optaram pelos 80% de chances de que as chuvas viriam ao longo de 2000 e encheriam os reservatórios. Erraram. Agora estamos vivendo essa situação”, conta o técnico.


FH não sabia – Há 13 meses, o documento já previa que nos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste os riscos estimados são sempre elevados, o mesmo ocorrendo para o subsistema Sul em 2001. O relatório vai ainda mais longe: ”A pior situação observada foi para o biênio 2000/2001 no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, com cerca de 17% de probabilidade de ocorrência de déficit iguais ou superiores a 5% da carga própria projetada para o quinqüênio, e no subsistema Nordeste para este mesmo biênio, com riscos de déficit superiores a 5% da carga da ordem de 15%”.


Um político que freqüenta o Palácio do Planalto diz que em nenhum momento o presidente Fernando Henrique foi alertado da real gravidade do quadro energético. ”Tanto Rodolpho Tourinho como o José Mário Abdo não disseram ao presidente que o quadro era tão grave”, revela.


Segundo esse político, há cerca de quatro semanas, numa reunião feita com o novo ministro da Minas e Energia, José Jorge, Abdo teria afastado a necessidade de adoção de um programa de racionamento, dizendo que o ideal seria um programa de incentivo à conservação de energia.


O presidente da ONS, Mário Santos, disse ontem na Câmara dos Deputados, que vinha avisando a Aneel e o governo sobre os baixos níveis dos reservatórios das hidrelétricas. E é verdade. Em dezembro de 2000, Santos voltou a dizer que era alto o risco de falta de energia. Mas as chuvas de janeiro deste ano levaram os alertas por água abaixo. Naquele mês, o índice de energia armazenada nos reservatórios – a unidade utilizada para esse tipo de medição – foi de 31,4 GW/mês, contra 29,3 GW/mês do mesmo mês de 2000.


Como os reservatórios voltaram a se encher, tanto Tourinho como Abdo preferiram ignorar mais uma vez os apelos do presidente da ONS. Mas quando fevereiro chegou, a realidade se mostrou nua e crua. As chuvas não vieram e o nível dos reservatórios despencaram. Em fevereiro, o índice foi de 36,2 GW/mês, contra 45 GW/mês do mesmo período de 2000.


”Se eles tivessem feito alguma coisa em janeiro, dava para elaborar um plano de racionamento com mais calma. E não esse que está aí, que na verdade é um apagão disfarçado”, diz um assessor próximo ao presidente Fernando Henrique.


Até o fechamento desta edição, nem Tourinho nem Abdo tinham retornado às ligações do JB para comentar o caso.


Incerteza permeia projeções sobre impacto do racionamento no PIB

Economistas afirmam não ter como definir previsões antes de regras serem divulgadas


ANDRÉ PALHANO


As diversas projeções e análises sobre os efeitos do racionamento de energia elétrica, que começa em junho, sobre o crescimento econômico do País neste e no próximo ano mostram uma imensa disparidade em relação ao tamanho efetivo desse impacto. Há previsões que consideram queda de até dois pontos porcentuais no PIB de 2001, assim como projeções que consideram um impacto meramente marginal sobre o crescimento. Mas os economistas são unânimes ao afirmar que o efetivo impacto do racionamento de energia ainda é uma grande incógnita.


"Trata-se de um cálculo extremamente complexo e ainda incerto, inclusive pelo fato de que o escopo do sistema de cortes ainda não está muito claro", avalia o diretor de Pesquisa Econômica do BBV Banco, Octavio de Barros. Ele afirma que o PIB sofrerá em alguma medida o impacto do racionamento, mas que é prematuro fazer um cálculo realista sobre os efeitos dos cortes no futuro da economia. "À primeira vista, vejo algumas projeções um tanto incoerentes, como por exemplo o fato de que o racionamento afetará fortemente o saldo da balança comercial. Nesse cenário, além das exportações, as importações também tendem a cair", comenta Barros, que já trabalhou no setor de energia como diretor da Cesp e da Comgás.


Mesma opinião é compartilhada pelo economista chefe do LLoyds TSB, Odair Abate: "Enquanto não estiverem mais claras quais as condições desse racionamento, essas análises estatísticas de impacto no PIB são apenas direcionais. Como direção, pode-se usar desde a mais otimista até a mais pessimista das projeções."


O economista-chefe do BicBanco, Luiz Rabi, também considera prematuro avaliar o efeito do racionamento na economia sem antes conhecer o cronograma desse racionamento, que vai definir o horários dos apagões, por exemplo.


Rabi pondera ainda que muitas empresas se anteciparam e fizeram investimentos na geração própria de energia o que, inclusive, ajudou a puxar o setor de produção de bens de capital. (AE)


Abdo rebate acusações


BRASÍLIA – O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), José Mário Abdo, refutou ontem à noite a versão divulgada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Mário Santos, de que houve negligência da Aneel em relação à advertência de escassez de água nos reservatórios das hidrelétricas em operação no país, em 2000. Segundo Abdo, no documento apresentado pelo ONS, em abril do ano passado, existia apenas uma visão preliminar da situação dos reservatórios, mas nada de concreto. Para o diretor-geral da Aneel, o próprio ONS teria alterado a sua visão a respeito do problema no decorrer do ano passado.


Tanto isso é verdade, disse Abdo, que em dezembro de 2000 o ONS teria informado sobre a situação dos reservatórios indicando a existência de ”níveis confortáveis dos reservatórios”. Segundo ele, ”não havia razão para a adoção de um plano de racionamento porque os níveis dos reservatórios teria subido 40% em dezembro”.


Abdo acrescentou que o próprio Mário Santos teria dito que apenas em março deste ano enviou outro documento à Aneel alertando para o risco real de racionamento. Abdo disse, contudo, ainda que a questão é técnica e não política. Até o fechamento desta edição, o ex-ministro das Minas e Energia Rodolpho Tourinho não havia retornado as ligações para dar sua versão a respeito do assunto. Estado de São Paulo 9/5


Hospital não foge de apagão, dizem técnicos

FÁTIMA FERNANDES DA REPORTAGEM LOCAL


CLAUDIA ROLLI DA REDAÇÃO


O corte seletivo de energia elétrica para enfrentar a crise do setor, como quer o governo, é impossível de ser executado, na análise das distribuidoras.


Isso significa que não dá para deixar às escuras uma rua inteira e manter a energia de um hospital instalado no mesmo local. Essa medida só é viável se esse hospital tiver um "alimentador" próprio de energia, o que não é comum.


Técnicos das principais distribuidoras passaram o dia de ontem reunidos para buscar soluções e estudar como vão colocar em prática o programa de racionamento do governo.


"O que o governo quer é impossível de ser feito. O que dá para cortar é a energia de certas áreas. Não dá para apagar a luz de uma casa e não de outra se elas estão na mesma área", afirma Antoninho Borgh, vice-presidente técnico da Eletropaulo.


Para exemplificar, ele cita o bairro da Lapa, localizado na zona oeste de São Paulo, onde existem cerca de 14 circuitos para fornecimento de luz. Cada circuito é responsável pelo abastecimento de cerca de 5.000 consumidores. Entre esses consumidores estão residências, shoppings e hospitais.


Segundo Borgh, existem poucos hospitais que têm circuitos exclusivos, como o Hospital das Clínicas. "Temos 340 hospitais cadastrados, mas a maioria deles está misturada com residências e estabelecimentos comerciais."


Para abastecer a Grande São Paulo, a Eletropaulo tem 1.700 circuitos. Desse total, 1.250 mantêm serviços essenciais -hospitais, postos de saúde, delegacias, presídios, bombeiros, companhias telefônicas e de abastecimento, além de 327 UTIs domiciliares.


"Se tiver de fazer racionamento mantendo esses serviços, isso significa que os consumidores abastecidos pelos 450 circuitos restantes vão ter de ficar mais de nove horas sem luz", diz o gerente de programação de operação da Eletropaulo, Fernando Mirancos da Cunha. "Não dá para economizar 20%, como quer o governo, mantendo o racionamento com intervalos de apenas duas a quatro horas. É preciso mais tempo." De acordo com o gerente, o sistema de iluminação de trânsito está fora desses cálculos. "Se eu tiver de manter ligado cada semáforo, não vai sobrar circuito algum para desligar."


O racionamento mais prolongado, segundo Cunha, não atingiria necessariamente só os consumidores da periferia. "Se tenho 450 circuitos para desligar, não interessa se eles abastecem os Jardins ou o Capão Redondo. Eles serão desligados", diz. "Se o bairro do presidente FHC (Higienópolis) estiver na lista, ele não será poupado." A distribuidora Bandeirante já começou a fazer um levantamento para saber onde estão localizados hospitais e outros serviços essenciais para estabelecer sua programação de cortes.


"É complicado apagar a luz das casas e manter a de um hospital. Queremos saber o que o governo quer que as empresas façam", afirma Roberto Mário Dinardo, assistente da presidência da empresa Bandeirante.


Corte linear O corte de energia, segundo a Eletropaulo, tem de ser linear. Não é possível cortar 15% do consumo de energia da indústria e 20% do consumidor. "Se o governo souber como podemos fazer isso, precisa nos ensinar", diz Borgh.


Para resolver essas questões, representantes das distribuidoras de energia elétrica vão se encontrar hoje com o ministro das Minas e Energia, José Jorge. "Queremos participar das decisões desse processo de corte, já que seremos os executores do plano de consumo de energia", afirma.


Além de tratar da operacionalização do corte, as distribuidoras querem mais tempo para desenvolver como será o pagamento de bônus para o consumidor que cortar o consumo de energia.


Segundo executivos de distribuidoras, as empresas têm de montar um esquema, e isso leva tempo -pelo menos um mês.


Para as 67 distribuidoras brasileiras de energia, que estarão representadas amanhã no encontro com José Jorge, a decisão de como será executado o racionamento de energia foi adiada porque o governo não está preparado para implementar o programa. O governo também quer ganhar tempo para ver o quanto tem no caixa para poder gastar com o bônus, já que se propôs a pagá-lo. Folha de SP 9/5


2002 também pode ter corte de luz

Mônica Tavares e Evando Nogueira


BRASÍLIA E SÃO PAULO


governo decidiu estender o racionamento de energia para a Região Sul e parte da Norte, além do Sudeste, do Centro-Oeste e do Nordeste. Com isso, os cortes de luz atingirão este ano praticamente todo o país. E mais: o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) não descarta a possibilidade de outro racionamento em 2002. O presidente do ONS, Mário Santos, disse ontem que no Norte, especificamente no Maranhão e no Pará, o racionamento poderá começar entre julho e agosto deste ano. Já no Sul, os cortes de poderão acontecer a partir do fim de agosto.


– O país precisa de um choque de obras para garantir que em 2002 e 2003 não haja desabastecimento – afirmou Mário Santos.


O secretário de Energia, Afonso Henriques, disse que o presidente Fernando Henrique deverá editar uma medida provisória para o racionamento. Caberá à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) regulamentar os cortes.


FGV prevê recessão se racionamento for longo


O Brasil iniciará 2002 em recessão, caso o racionamento de energia seja ampliado até abril. A previsão foi feita ontem pelo professor Fernando Garcia, do Departamento de Planejamento e Análise Econômica da Fundação Getúlio Vargas (FGV), para quem uma eventual prorrogação do racionamento fará com que o PIB do primeiro trimestre de 2002 caia 1,5% na comparação com o mesmo período deste ano.


A ampliação do racionamento foi defendida ontem pelo vice-presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores de Energia (Abrace), Eduardo Spalding.


– Um racionamento de apenas seis meses não resolverá nada. O problema é que na medida em que aumenta o número de meses em racionamento aumentam também os efeitos danosos à economia – disse Spalding.


A FGV prevê que, por conta do racionamento, o PIB apresentará uma queda de 1,4% nos três últimos meses de 2001 ante o mesmo período de 2000.


Ontem, a Confedereção Nacional da Indústria (CNI) divulgou que as vendas do setor no primeiro trimestre deste ano cresceram 13,8% em relação a igual período do ano passado – a expansão em março foi de 17,8% sobre 2000 e de 18,4% sobre fevereiro deste ano. Porém, segundo a entidade, a perspectiva de racionamento de energia e a possível continuidade da alta dos juros deverão causar impacto negativo já no segundo trimestre.


A Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) quer que o BNDES financie os gastos das empresas na substituição de equipamentos para economizar energia, com juros inferiores a TJLP. Globo 9/5


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