A nossa imprensa é assim: Para perceber a crise que se aproxima e que afetará todos nós, só com olhos de lince e confiança de S. Tomé! Comentário do ILUMINA em vermelho ENERGIA: …



A nossa imprensa é assim: Para perceber a crise que se aproxima e que afetará todos nós, só com olhos de lince e confiança de S. Tomé!


Comentário do ILUMINA em vermelho


ENERGIA: Consumo no País sobe 4% no 1º tri ante 99, diz ONS

BRASÍLIA, 12 – O consumo de energia no País aumentou 4% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Com isso, as empresas de geração do País tiveram que aumentar em 1,5% a oferta de energia, o que equivale a 600 megawatts (MW) no período. "Estamos trabalhando com folga menor, por isso precisamos ter mais energia para não termos queda na voltagem", afirmou há pouco o presidente do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Mário Santos. Segundo ele, o órgão está tendo de realocar energia e reprogramar manutenção de usinas para garantir o abastecimento, principalmente na região Sudeste, onde o crescimento do consumo foi de 6%. Santos afirmou que, para garantir energia no centro de carga de São Paulo, está havendo deslocamento da usina termelétrica de Piratininga. Ele afirmou que o ONS já está fazendo testes com 200 MW de energia importada da Argentina. Ele afirmou ainda que a compra total da Argentina – no valor de 1.000 MW – está atrasada uma semana. Esta energia e a produzida pela usina nuclear de Angra II são fundamentais para garantir o abastecimento deste ano. Santos participou hoje da solenidade de assinatura do primeiro contrato de concessão de linha de transmissão ao setor elétrico. O contrato foi assinado entre a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a empresa de transmissão de Energia do Oeste Ltda. (ETEO). Fonte: InvestNews (Camila Matias/DM)

Vão acabar culpando o consumidor! É bom não esquecer que a situação de "raspar o fundo do tacho" que se encontra o setor é uma característica da fase privada. Não é só no Brasil. Ler discurso do presidente da TVA.


Energia terá projetos contra o desperdício

BH, 10 – Distribuidoras que não cumprirem o programa a partir do próximo ano estarão sujeitas a multas A partir do próximo ano, as distribuidoras de energia elétrica deverão investir no mínimo 1% de sua receita total em projetos para evitar o desperdício de energia. A medida foi anunciada ontem pelo diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), José Mário Abdo. A expectativa é de que sejam investidos R$ 1,5 bilhão em cinco anos, de um total de R$ 30 bilhões da receita bruta anual. A nova regra vai valer também para as distribuidoras que serão privatizadas. Quem não cumprir o projeto aprovado pela Aneel, estará sujeito a uma multa equivalente ao valor que deveria ter sido aplicado e terá de compensar no ano seguinte o que deixou de ser investido. A princípio, os recursos serão administrados pelas empresas. Segundo Abdo, no primeiro ciclo de investimentos para redução de desperdício no período de 1998/99, foram economizados 180 MW, volume suficiente para atender um município de aproximadamente 500 mil habitantes. O investimento feito por 17 empresas resultou em economia de R$ 360 milhões. A perspectiva é de que nos próximos anos a economia seja superior, já que hoje estão participando 42 empresas no programa de economia de energia. Segundo o diretor-geral da Aneel, o desperdício nas distribuidoras atualmente varia de 10% a 30% do volume de energia,enquanto o nível aceitável de perda pela Agência é inferior a 10%. Fonte: Estado de Minas (AF/AE)


Governo estuda antecipação da entrada em operação de seis usinas termelétricas

BRASÍLIA, 10 – O Governo está estudando os casos em que será possivel antecipar o início das operação das termelétricas Cubatão, Termorio e Termobahia, que tem participacão da Petrobras como co-geradora. Além disso, existe a possibilidade de antecipação de três empreendimentos da iniciativa privada – Cachoeira Paulista, Juiz de Fora e Corumbá. Fonte: Agência O GLOBO (Mônica Tavares/Sueli Montenegro)

Falta de crédito prejudica térmicas

Rio, 11 – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não poderá financiar 29 das 49 usinas termelétricas do programa emergencial do governo porque os projetos têm participação acionária da Petrobras. As regras do Banco Central, fixadas de acordo com a orientação do FMI sobre endividamento das estatais, impedem que esses recursos sejam liberados. O impedimento é criticado por investidores das térmicas que têm participação da estatal, como Paulo Roberto Oliveira, da TermoRio, que será construída junto à Refinaria Duque de Caxias. O ministro de Minas e Energia, Rodolpho Tourinho, deu prazo até dia 30 para empresários optarem pelo preço de gás natural, decidido anteontem. Fonte: Gazeta Mercantil (Eliane Velloso e Maurício Corrêa)


Ministro atrela gás ao setor elétrico


BRASÍLIA, 10 – O Ministério de Minas e Energia definiu ontem o novo valor do gás natural que servirá de combustível para as usinas termelétricas e ajustará este tipo de geração de energia elétrica ao modelo de reajuste anual adotado para o setor elétrico no país. As usinas movidas a gás pagarão um valor fixo, por um prazo de 20 anos, de US$ 2,475 por milhão de BTU (medida inglesa usada para o insumo) de gás. Pelo modelo atual – que será mantido como opcional – as termelétricas pagariam US$ 2,26 por milhão de BTU, mas se sujeitariam a reajustes trimestrais. O ministro Rodolpho Tourinho explicou que essa foi a fórmula encontrada para descasar o reajuste do gás com os derivados de petróleo e uni-lo à lógica de correção tarifária do setor elétrico, que revê suas tarifas uma vez por ano. A idéia do governo, com a definição de um preço fixo para o insumo, é ainda criar ambiente favorável a investimentos no país e facilitar a contratação de financiamentos por parte dos investidores. A decisão deverá impulsionar o programa de construção de 49 usinas térmicas no país até 2004. Hoje a matriz energética do país movida a gás gira em torno de 2%. A idéia é fazer com que ela cresça para algo próximo a 10% em cinco anos. Fonte: JB On Line


Gás terá reajuste a cada 12 meses

Rio, 11 – O ministro das Energias, Rodolpho Tourinho, anunciou ontem que o reajuste do preço do gás natural será anual para que possa alavancar os 49 projetos de usinas termelétricas. Estas obras devem estar concluídas até 2004, assegurando um acréscimo de 11 mil megawatts de energia elétrica ao parque nacional. O ministro acredita que o aumento da oferta será suficiente para atender à demanda. Outros 15 mil megawatts virão da construção de usinas hidrelétricas. ”Estamos certos de que o reajuste do preço do gás a cada 12 meses permitirá que os consórcios consigam financiamento,” afirmou Tourinho. A principal mudança, segundo o ministro, é que pelo critério anterior os contratos de fornecimento de gás previam reajuste trimestral. Enquanto isso, a energia a ser comercializada pelas térmicas teriam as tarifas aumentadas a cada ano, sempre na data de aniversário da assinatura do contrato. Isso tornou-se um obstáculo para que os grupos empresariais pudessem conseguir financiamento junto aos bancos. Tourinho explicou que no próximo mês os consórcios poderão incluir nos contratos a nova periodicidade do aumento da tarifa do gás natural. Segundo ele, o novo modelo fixa o preço em US$ 2,475 por milhão de BTU, contra US$ 2,26 por milhão de BTU na proposta de reajuste trimestral. Para o ministro, a maior vantagem é que o preço do gás ficará atrelado ao preço da energia. O critério de ajuste será o da variação cambial, tomando como parâmetro a inflação americana. O ministro espera que o índice deva ficar entre 3% e 4%. Fonte: Jornal do Commercio




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