Artigo. Ainda a transmissão em CC de Rondonia a São Paulo


AINDA O SISTEMA DE TRANSMISSÃO RIO MADEIRA – SÃO PAULO




Sugerimos, antes de seguir lendo, a leitura do artigo anterior publicado neste “site” sobre a transmissão em Corrente Continua Rio Madeira (RO)a Araraquara (SP).



Novamente devo ressalvar um misto de falta de informação e ignorância devido a uma longa ausência da ativa do setor elétrico. Posta essa ressalva ou desculpa, faço algumas perguntas adicionais ao texto anterior, sobretudo para aqueles profissionais que militaram no planejamento e nos estudos daquele sistema. Melhor dizendo, daqueles sistemas:



– Por que a subestação terminal receptora conversora CC/CA foi localizadaem Araraquara a 2375 km das usinas em vez de um local mais próximo, em Mato Grosso ou Mato Grosso do Sul? Essa interligação com a malha de EATCA do sudeste/centro-oeste não poderia ser feita convenientemente nessa hipótese, com vantagens técnicas e/ou de custos? Essa hipótese exigiria aumento exagerado na malha de transmissão em CA na região? Essa alternativa foi estudada? Se foi, analisou-se a hipótese de um tronco do Rio Madeira em EATCA, inclusive com subestações intermediarias com interligações com outras partes do SIN em Mato Grosso ou Mato Grosso do Sul?



O Ilumina ficaria feliz se recebesse os devidos esclarecimentos sobre os pontos acima e outros similares, pois não acredita que o assunto tenha qualquer conotação de confidencialidade.




Olavo Cabral Ramos Filho


22/04/2009


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