Bolívia adere ao mega gasoduto








Bolívia formaliza entrada nas negociações do Gasoduto na América do Sul







Depois de muitas controvérsias sobre a participação da Bolívia no projeto de construção do Gasoduto Sul, devido às nacionalizações das reservas de gás bolivianos, os governos da Argentina, Brasil e Venezuela formalizaram no início desta semana, a entrada do país nas negociações.


A reunião do Comitê Ministerial de Coordenação e Decisão sobre o grande Gasoduto do Sul aconteceu na capital venezuelana, Caracas, e definiu também a criação de uma comissão permanente que deve apresentar em 60 dias os termos e condições para a contratação de engenharia do projeto.

O Gasoduto


Terá mais de dez mil quilômetros de extensão – irá da Venezuela até a Argentina, cortando o Brasil e a Bolívia. A idéia é garantir energia barata a todos os países da América do Sul, afirmou o presidente venezuelano, Hugo Chávez. Ele acredita que o Gasoduto será a “locomotiva da integração latino-americana, que visa derrotar a pobreza e a exclusão”. Segundo Chávez, a Venezuela tem 150 trilhões de metros cúbicos de gás, o que equivale a 5% das reservas de todo planeta.

A próxima reunião do Comitê acontece em setembro na Bolívia, país que vai contribuir também para o financiamento no valor de US$ 150 mil para o desenvolvimento do Estudo Ambiental Prévio. A estimativa é de que as obras tenham início daqui a três anos e terminem em 2017.Agência Notícias do Planalto, Marina Mendes

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