Cemig quer testar seu teto
“Não é por sermos uma estatal que podemos ser ineficientes ou deixar de agregar valor para os acionistas“, afirma o presidente do Conselho de Administração da Cemig, Wilson Brumer, secretário do Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais e ex-presidente da Vale e da Acesita.
“Temos um planejamento de longo prazo, preparando a empresa para a reestruturação do setor. Estamos na fase de consolidação, com fusões e aquisições de empresas em ritmo crescente, que se seguiu a todas as privatizações”, explica Brumer. A oferta pela Light, em parceria com a Andrade Gutierrez e o Pactual, integra esse contexto.
O Plano Diretor da empresa, apoiado pelos acionistas privados, não faz por menos: crescer até o limite permitido pela Aneel, agência reguladora do setor, de 20% da energia distribuída no país.
Em três anos, o tempo de gestão de Aécio Neves no Palácio da Liberdade, o valor de mercado da estatal pulou de R$ 7,4 bilhões para R$ 14,3 bilhões. (JComércio)