DESPACHO DE TÉRMICAS



O ILUMINA INSISTE NA PERGUNTA



O ILUMINA insiste. Se por qualquer motivo está havendo necessidade de mais geração térmica no Sistema Interligado Nacional, por que não despachar em primeiro lugar a Termopernambuco e a Termofortaleza?


Há bastante tempo as duas térmicas juntas estão faturando mensalmente 755 MW médios sem precisar gerar nada, sob o argumento da ANEEL, por sinal aceito pela Justiça, de “que a produção de energia elétrica não depende de decisão do gerador, mas da alocação de metas pelo ONS, que determina em cada caso a empresa geradora responsável pelo suprimento de energia…”.


Assim, subentende-se que elas não estavam gerando porque o ONS não havia despachado-as. E, naturalmente, que o ONS não havia despachado-as porque não estavam sendo necessárias.


Mas, se agora, por qualquer razão, torna-se necessário o despacho de térmicas, nada mais lógico que o ONS despache a Termopernambuco e a Termofortaleza, pois isto não acrescentaria um mísero centavo sequer de custo para os consumidores brasileiros, pois os respectivos custos já estão sendo pagos regularmente há mais de cinco anos pelos consumidores pernambucanos e cearenses, chova ou faça sol em qualquer região do Brasil.


Porém, se o despacho das duas citadas térmicas não puder ser feito neste momento, subentende-se que seria por falta de lastro, decorrente da insuficiência de gás natural para este fim na área Pernambuco/Ceará. Neste caso, configurar-se-ia indubitavelmente a comprovação de que o faturamento pleno que as duas térmicas vêm fazendo continuamente estaria de fato irregular tal como o ILUMINA-NE vem denunciando desde 2005.


Com a palavra os responsáveis.



Rio de Janeiro, 06 de maio de 2009


ILUMINA


Categoria

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *