Campo Grande tem primeiro sistema de gás comprimido
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O diretor-presidente daempresa que aderiu ao GNC, SérgioLongen, explicou que a indústria consumia gás liquefeito de petróleo (GLP). “Com essa mudança teremos economia de até R$ 200 mil por ano, apenas no consumo de gás. Outra vantagem é a redução de pelo menos 20% no ruído produzido pelos equipamentos trocadores de calor. Vamos consumir 30 toneladas de GNC/mês, bem mais do que os
Expansão
Sexta-feirao governador José Ercílio Miranda dos Santos (PT), vai se reunir com a diretoria da Petrobras, no Rio de Janeiro, para discutir o processamento do GNC no Mato Grosso do Sul. A meta é distribuir o produto em todo o Estado para o consumo doméstico e de empresas. Na ocasião, será analisado o cronograma do pólo siderúrgico de Corumbá, no Pantanal. No próximo mês, será inaugurada a primeira indústria de ferro-gusa,
João N.de Oliveira/Estadão/JC