| Eletrobrás investe em hidrelétricas |
A Em Serra do Facão, usina de 210 megawatts (MW), a Alcoa é a maior acionista do projeto, com 50,4% de participação, e deverá diminuir a sua fatia, para entrada da Eletrobrás por intermédio da sua subsidiária A “A Eletrobrás mudou sua posição. Está mais pró ativa e quer garantir que os investimentos sejam retomados, com objetivo de garantir o suprimento de energia até 2009”, disse. O presidente da Eletrobrás disse que tanto Serra do Facão quanto Salto Pilão já possuem licença ambiental prévia expedida pelos órgãos ambientais. Além disso, Vasconcelos disse que a Eletrobrás está finalizando a aquisição da parte da Companhia A Eletrobrás pretenderá ainda fazer lances para pelo menos 10 projetos no próximo leilão de energia nova, marcado para 16 de dezembro e onde o governo pretende leiloar 17 empreendimentos hidrelétricos. Segundo o presidente da Eletrobrás, o governo já obteve licença ambiental para 6 das 17 usinas que devem ser licitadas. Ele disse que o Ministério de Minas e Energia está trabalhando para chegar na licitação com no mínimo 14 empreendimentos com as licenças ambientais já garantidas. Para disputar a hidrelétrica de Mauá, no Paraná, projeto de 382 megawatts (a usina faz parte da lista de projetos que serão levados a leilão em dezembro), a Eletrobrás está formalizando parceria com a “Estamos articulando não só parcerias com grupos privados, mas também com outras estatais”, afirmou o presidente da Eletrobrás. Outro projeto que também está na mira da gigante estatal é a hidrelétrica de Estreito, na fronteira do Maranhão com Tocantins. Lá, a Eletrobrás negocia entrada na sociedade por intermédio de suas subsidiárias As participações que a Eletrobrás negocia por meio das suas subsidiárias, juntas somam capacidade instalada de pouco mais de 1,2 mil MW. O parque instalado ainda pode aumentar em 2 mil MW, caso empresas do grupo também entrem em outros dois empreendimentos em negociação, Estreito e Lajeado. |