| Energia Consórcio liderado por ex-executivos da AES, associados ao grupo Guggenheim, desistiu da disputa Cinco grupos fazem propostas pela Light | ||||
Os outros três consórcios são: o Energia do Rio, liderado pelo empresário Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira com apoio do fundo A GP teria apoio do Entre os grupos já conhecidos com acesso ao “data room” da Light, apenas o liderado pelo ex-comandante da AES, Tom Tribone com o fundo de investimentos Guggenheim não fez proposta. Como os ativos estão sendo vendidos separadamente – Light e a térmica Norte Flumienense – o Valor apurou com uma fonte próxima às negociações que as propostas para levar os dois ativos tinham que ser feitas separadamente. A mesma fonte disse ainda que algumas propostas deixam uma margem para melhora da proposta no caso de um empate com outro concorrente. Só duas pessoas do Citigroup em Nova York receberam as propostas, que foram enviadas por email. O documento só pode ser aberto por uma senha, garantindo a confidencialidade do documento. Os dois executivos chegam a Paris amanhã, quando a O consórcio liderado pela Andrade Gutierrez e a Cemig, por exemplo, já tem definido como presidente o executivo José Luis Alquérez, ex-presidente da O vice-presidente do BNDES, Demian Fiocca, disse que o banco não está envolvido com a venda, apesar de deter R$ 727 milhões em debêntures conversíveis. Segundo ele, não fará diferença se o novo sócio injetar dinheiro novo – o que pode acionar a cláusula do acordo que prevê a conversão das debêntures em ações à proporção de R$ 2 do banco para cada R$ 1 novo. O BNDES terá que aprovar a mudança de controle. “O objetivo da cláusula é verificar a capacidade financeira e de gestão da companhia.” |