| Governo vai mudar cúpula da ANEEL | ||||
Um dos nomes é dado como certo no setor elétrico: o economista e engenheiro elétrico Edvaldo Alves Santana, atual superintendente de estudos econômicos de mercado da Aneel. A segunda vaga ainda é incerta. Concorrem técnicos como Romeu Rufino, superintendente de fiscalização financeira, e o professor Ivan Camargo, que deixou um cargo de assessor da diretoria da agência para lecionar no Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade de Brasília, em 2003. Essa vaga foi aberta por Paulo Pedrosa, que poderia ser reconduzido por mais um mandato, mas que enfrenta resistências no Palácio do Planalto por sua ligação com o PSDB. Pela primeira vez desde a derrota no Senado, integrantes do governo admitiram publicamente a possibilidade de retirar a indicação de Fantine para a ANP, que poderia ser revertida em plenário. Apesar de dizer que o engenheiro químico é “o melhor tecnicamente”, o ministro Silas Rondeau reconheceu que “outros nomes estão em estudo” .O mais forte é o de Paulo Motoky, economista que já comandou o extinto Departamento Nacional de Combustíveis, durante o governo Fernando Henrique Cardoso. Ele tem o aval do deputado Delfim Netto (PMDB-SP), que tenta emplacá-lo no cargo, em conversas no Planalto. Na Casa Civil, o nome de Motoky é bem visto, e avalia-se que a indicação de Fantine tem poucas condições de aprovação no plenário do Senado, em meio à crise. A demora do governo em resolver as indicações dos dirigentes das agências levou o senador José Jorge (PFL – PE) a apresentar projeto de lei colocando limite de tempo. Se o governo não indicar os nomes em 90 dias, a prerrogativa de fazê-lo caberá ao Senado. Os cargos de empresas estatais também estão acabando de ser preenchidos. Ontem, o Ministério de Minas e Energia confirmou a saída de Maria das Graças Foster para ocupar a presidência da Na semana passada, tomou posse o novo presidente da |