Aneel definirá novas regras para a operação de usinas
Agência O Globo, do Rio, Valor
O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Jerson Kelman, informou que, ainda neste mês, o órgão deverá analisar a minuta da resolução destinada a definir os critérios a serem usados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para definir os recursos energéticos disponíveis para a operação das usinas.
O objetivo é permitir a operação mais eficiente das usinas existentes no sistema elétrico brasileiro, procurando calcular com maior precisão a cada momento qual usina tem um custo menor de operação seja uma hidrelétrica, ou uma térmica.
A decisão da Aneel de formular novas regras tem como finalidade evitar os problemas que aconteceram recentemente no setor elétrico, quando o ONS solicitou a entrada em operação de térmicas, para poupar os reservatórios de hidrelétricas, que não entraram em operação por falta de gás natural.
A Petrobras alegou na ocasião ao ONS não ter gás natural suficiente para atender as térmicas. “O objetivo é otimizar a operação de todas as usinas que consomem as mais diversas fontes de energia. Vamos tentar não gastar muito agora na queima de óleo ou gás natural e, ao mesmo tempo, considerar a possibilidade dessas usinas funcionarem para garantir o consumo futuro “, explicou Kelman.
Para agentes do mercado de energia, a resolução da Aneel pode ter como consequência a retirada das usinas movidas a gás da conta de oferta de energia para o sistema interligado nacional. Como este é um insumo mais barato, a medida pode provocar aumento do custo da energia vendida no mercado livre (onde se abastecem os grandes consumidores de energia).
O objetivo é permitir a operação mais eficiente das usinas existentes no sistema elétrico brasileiro, procurando calcular com maior precisão a cada momento qual usina tem um custo menor de operação seja uma hidrelétrica, ou uma térmica.
A decisão da Aneel de formular novas regras tem como finalidade evitar os problemas que aconteceram recentemente no setor elétrico, quando o ONS solicitou a entrada em operação de térmicas, para poupar os reservatórios de hidrelétricas, que não entraram em operação por falta de gás natural.
A Petrobras alegou na ocasião ao ONS não ter gás natural suficiente para atender as térmicas. “O objetivo é otimizar a operação de todas as usinas que consomem as mais diversas fontes de energia. Vamos tentar não gastar muito agora na queima de óleo ou gás natural e, ao mesmo tempo, considerar a possibilidade dessas usinas funcionarem para garantir o consumo futuro “, explicou Kelman.
Para agentes do mercado de energia, a resolução da Aneel pode ter como consequência a retirada das usinas movidas a gás da conta de oferta de energia para o sistema interligado nacional. Como este é um insumo mais barato, a medida pode provocar aumento do custo da energia vendida no mercado livre (onde se abastecem os grandes consumidores de energia).