Nós gostaríamos de ver o ministro do apagão com a mesma paciência que ele tem com os empresários, na frrente de orgãos de defesa do consumidor e até de entidades que propõem algo dif …

Nós gostaríamos de ver o ministro do apagão com a mesma paciência que ele tem com os empresários, na frrente de orgãos de defesa do consumidor e até de entidades que propõem algo diferente da cômoda fórmula do governo FHC: O mercado resolve. O ILUMINA por exemplo…


Agora, atenção para o que dizem os meteorologistas. As chuvas recentes, apesar de 5 vezes maiores do que a média não foram suficientes para encher os reservatórios. Isto é evidente, pois não se recupera em 1 mês, o que foi esgotado durante 4 anos. E mais, observem o que diz o parágrafo grifado em vermelho…. Vejam bem a irresponsabilidade do governo ao esvaziar reservatórios para esconder a crise e agora colocarem o país em uma situação dramática de enfrentar uma seca prolongada com os reservatórios vazios.


Dificilmente 2002 terá racionamento

Parente diz que só na pior hipótese haverá economia de 5%, mas mesmo assim em cima de novas metas de consumo


FABIANA MARINELLO


Agência JB


Armando Fávaro


Pedro Parente anuncia que Câmara trabalha com cenário positivo para energia em 2002


SÃO PAULO – O presidente da Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica (GCE), Pedro Parente, praticamente afastou a possibilidade de racionamento de energia no ano que vem. Ontem, em São Paulo, o ministro garantiu que no pior cenário seria necessária uma economia de, no máximo, 5% de energia. E mesmo assim, explicou o ministro, a redução seria aplicada sobre um novo parâmetro de consumo. Segundo projeções da Câmara, esse novo patamar será 30% acima do consumo médio deste ano. ”Estamos falando de uma redução em cima de um consumo projetado, que é cerca de 30% superior ao de hoje”, disse Parente.


Fora desse cenário, disse Parente, o racionamento não seria necessário. Se as previsões do ministro se confirmarem e São Pedro ajudar trazendo chuvas, isso significa que os consumidores poderão praticamente retomar suas médias históricas de consumo de energia já no ano que vem (veja quadro). O ministro explicou que técnicos do governo estão projetando o nível de consumo para 2002, levando-se em conta o crescimento da economia. Sobre esse número, a redução deverá ser de no máximo 5%, considerando o pior cenário.


Palavra de honra – Parente garantiu que a meta de 2002 não incidirá sobre o patamar de economia já alcançado pelos consumidores este ano. E ele assumiu o compromisso: ”Dou minha palavra de honra que o governo não tomará como base o consumo já reduzido. Se isso acontecer, não fico mais no governo”.


Como exemplo das projeções de consumo para 2002, Parente afirmou que nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, o consumo, que hoje é de 20,2 mil megawatts-médios, deverá passar no ano que vem para 26,7 mil megawatts-médios, de acordo com as simulações.


Cenários – Segundo Parente, há vários cenários possíveis para o ano 2002. Se as chuvas forem equivalentes a 81% da média histórica, não haverá racionamento. O mesmo ocorre se as chuvas atingirem 77% da média histórica, levando-se também em conta o início das operações das 15 termelétricas previstas no Programa Prioritário de Termoeletricidade (PPT). No pior cenário, com o qual trabalha o governo, as chuvas ficariam em 61% da média no próximo ano. Com isso, a economia para o consumidor deverá ser de 21%, mas a base seria o novo patamar de consumo previsto para 2002.


No acumulado de agosto, segundo dados do Operador Nacional do Sistema (ONS), os reservatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste estão com 76% da média histórica, um ponto percentual acima da curva-guia estipulada. Na região Nordeste os reservatórios estão com 59% da média histórica, três pontos percentuais a mais que a curva-guia.


Apagão – Parente não chegou a descartar os apagões para este ano, como fez o presidente Fernando Henrique Cardoso ontem em publicação da imprensa alemã. Parente garantiu que até o fim de setembro não será necessário o apagão para as regiões Centro-Oeste e Sudeste e pelo menos nas próximas quatro semanas na região Nordeste. ”Não há contradição entre a minha posição e a opinião do comandante do processo. Não há risco até o final de setembro, mas isso não significa que haverá apagões depois. Tenho uma visão técnica e meu horizonte de tempo para a projeção é menor do que o do presidente Fernando Henrique”.


De acordo com o ministro de Minas e Energia, José Jorge, o governo federal está tomando uma série de medidas para evitar que o país sofra no ano que vem nova crise energética. Segundo ele, neste e nos próximos dois anos o governo pretende investir R$ 30 bilhões no setor. Além disso, para aumentar a oferta, a Câmara deverá publicar nos próximos dias o edital para contratação de energia emergencial (barcaças, usinas móveis e geradores móveis). A quantidade de energia que será produzida pelo programa ainda não foi definida.


Chuvas recentes superaram 5 vezes a média do mês

Mas não foram suficientes para encher os reservatórios das principais usinas do País

ROBERTO CORDEIRO


BRASÍLIA – As chuvas dos últimos sete dias no Sudeste e Centro-Oeste foram cinco vezes mais intensas do que a média histórica dos meses de agosto. A informação é do chefe do Divisão de Meteorologia Aplicada do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Expedito Rebello, ao prever mais chuvas até sexta-feira. Rebello disse que as chuvas somente voltarão na segunda quinzena de setembro, antecipando a chegada do chamado "período molhado".


O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que as chuvas não foram suficientes para encher os reservatórios das Bacias dos Rios Grande e Paranaíba, em Minas Gerais, principais pontos de geração de energia do País.

Técnicos explicaram que, por causa da seca nas bacias, a quantidade de água contribuiu apenas para irrigar o lençol freático.


Para o ONS, as chuvas tiveram melhores resultados nos reservatórios das Bacias do Tietê e Paranapanema, em São Paulo e Minas Gerais. As chuvas ajudaram a recuperar os níveis das barragens das hidrelétricas de Barra Bonita, Promissão e Três Irmãos.


Rebello disse ao Estado que em uma semana os aparelhos do Inmet registraram 50 milímetros de chuvas em São Paulo e Minas Gerais. Segundo ele, nos últimos anos a média de chuvas em agosto chega apenas a 10 mm. A situação foi melhor na Represa de Três Marias, em Minas Gerais, que recebeu 50 mm de chuva, e pior no Rio Grande, que chegou a 25 mm.


"Não temos como avaliar o impacto dessa quantidade de água nos reservatórios, já que a medição das barragens é feita pelo ONS", disse Rebello. "No entanto, queremos lembrar que as chuvas estão dentro das previsões feitas pelo Inmet há meses." O balanço dos reservatórios divulgado ontem pelo ONS indicou que as hidrelétricas do Sudeste e Centro-Oeste estão com a média de 23,91% de água. Isso é 2,83 pontos porcentuais acima da previsão para o período feita pela entidade. As usinas do Nordeste estão com a média de 17,54% de água. (Estado de São Paulo)

Uma primavera mais quente no Rio

ALBERTO KOMATSU


Os habitantes e as distribuidoras de energia elétrica das regiões Sudeste e Centro-Oeste podem se preparar: a primavera será mais quente neste ano do que em 2000. De acordo com levantamento do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a temperatura média na primavera será entre 2 e 4 graus Celsius (°C) maior do que na mesma estação do ano passado. E, se depender de outra previsão do Inmet, o verão também poderá surpreender com temperaturas mais altas e levar ao aumento do consumo de energia, por conta dos aparelhos de ar-condicionado.


O instituto trabalha com a possibilidade de o fenômeno ”El Niño” – o aquecimento anormal das águas do Pacífico na costa das Américas – voltar a influenciar o clima do país entre novembro próximo e janeiro de 2002. ”Se o El Niño voltar, este verão será mais quente do que o de 2000”, afirmou Francisco de Assis Diniz, chefe do Centro de Análise e Previsão do Tempo do Inmet. Segundo a Light, no Rio tradicionalmente o consumo no verão é 20% a 30% maior do que no inverno. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o aumento do consumo residencial de energia, entre o inverno e a primavera de 2000, foi de 5%, em todo o país.


Inverno quente – O clima está mais quente no inverno da região Sudeste, principalmente no Rio de Janeiro. E os números do Inmet provam isso: a temperatura mínima registrada no estado em junho de 2000 foi de 14,4°C, ante os 16,1°C do mesmo mês deste ano. Na capital, a maior diferença foi observada em julho de 2000, quando a temperatura mínima ficou em 13,5°C contra os 15,1°C de julho deste ano.


Segundo Diniz, as temperaturas estão mais quentes em 2001 por que, no ano passado, o fenômeno ”La Niña” puxou as temperaturas para baixo. ”A La Niña” exerceu seus efeitos por dois anos (1998-2000) e deixou a atmosfera tropical mais fria”, explicou. São Paulo também tem registrado alterações no clima, segundo os números do Inmet. Em julho de 2000, por exemplo, a mínima média registrada no estado foi de 10,5°C. No mesmo mês de 2001, foi de 13,8°C.


Diniz ressaltou que desde o início deste ano o Inmet trabalha com a previsão de que o ”El Niño” poderia voltar. Mas até agora, ele não apareceu por isso o governo ainda não foi avisado dessa hipótese. A última vez que esse fenômeno alterou o clima brasileiro foi entre os anos de 1997 e 1998. Um exemplo dos efeitos do ”El Niño” foi registrado no início de setembro de 1997. Nessa época, o Rio de Janeiro registrou a maior temperatura em um inverno: 42°C, quando o normal para a estação era um dia com máxima entre 32°C e 34°C.


Diniz lembra que a passagem do fenômeno entre 1997 e 1998 foi atípica, ”muito forte”, já que nessa época a temperatura das águas do Pacífico subiram até 5°C – temperatura normal das águas do oceano é de 26°C. Se o ”El Niño” voltar entre novembro próximo e janeiro de 2002, o aumento ficará entre 1°C e 2°C, de acordo com estimativas do Instituto. O ”El Niño” deixa as temperaturas mais quentes na maior parte do país porque, como ele estaciona as frentes frias mais ao sul do continente, causa uma concentração de chuvas na região Sul do país.



União prevê racionamento de 5% em 2002

Gustavo Faleiros, Leila Coimbra, Roberto Rockmann e Talita Moreira ,


De São Paulo e do Valor Online


O ministro da Casa Civil e coordenador da Câmara de Gestão da Crise de Energia (GCE), Pedro Parente, afirmou ontem que, mesmo que os índices pluviométricos atinjam os níveis mais baixos dos últimos 70 anos, o racionamento de energia em 2002 deverá ser "no máximo" de 5%.


Parente participou do seminário A Crise de Energia: Visão de Médio e Longo Prazo " , promovido pelo Centro de Economia Mundial da Fundação Getúlio Vargas e Comitê de Cooperação Empresarial, com apoio do Valor Econômico . Sua projeção foi feita com base em um cenário em que as chuvas chegariam a 61% da média histórica no Sudeste/Centro Oeste e 63% no Nordeste.


A cota de 5% também foi estabelecida tendo em vista o início das operações das 15 termelétricas previstas pelo Plano Prioritário de Termelétricas (PPT), e pela entrada da oferta adicional de energia gerada por barcaças e usinas móveis.


No caso do Sudeste/Centro Oeste, o governo pretende somar à energia vinda das termelétricas cerca de 3000 MW gerados por equipamentos movidos por óleo combustível, diesel ou gás . No Nordeste, esse montante será de aproximadamente 600MW.


Se esse plano emergencial de geração não se concretizar, o racionamento no pior dos cenários terá de ser de 17% no Sudeste/Centro Oeste e 15% no Nordeste. Ainda com projeções feitas com o panorama da falta de chuvas, Parente mostrou que se as obras das termelétricas também não estiveram terminadas, o racionamento deverá ser de 21%.


Contudo, o coordenador da GCE apontou que, se as chuvas ficarem em 77% da média histórica e as térmicas saírem do papel, o país ficará livre do racionamento nos próximos dois anos.


Se o programa de redução do consumo for adotado no próximo ano, o governo não estabelecerá metas de redução de energia com base no consumo verificado esse ano, garantiu o coordenador da GCE. Isso porque, em 2002, o governo já espera uma redução voluntária da sociedade de 7%. "Seria pouco inteligente e injusto manter metas com base no consumo do ano passado", afirmou.


Segundo Pedro Parente, a região Sudeste está livre dos apagões até outubro. No Nordeste,o cenário é mais complicado. "Só podemos dizer que nas próximas quatro semanas a região não terá apagões", disse. Nesse ano, as afluências históricas no Nordeste estão em 59%.


No entanto, o presidente Fernando Henrique Cardoso garantiu que o país não sofrerá cortes de energia este ano. Em entrevista publicada ontem pela revista alemã Der Spiegel, o presidente disse que "não haverá mais nenhum blecaute " em 2001. Porém, Fernando Henrique afirmou não saber se haverá racionamento no próximo ano.


O ministro de Minas e Energia, José Jorge, também presente no seminário, disse que o governo lançará na próxima semana o edital para o aluguel de equipamentos movidos a combustíveis fósseis que integrarão o plano emergencial de geração de energia do próximo ano.


José Jorge afirmou que a geração emergencial, que será feita através de barcaças e geradores móveis conectados ao sistema interligado de transmissão, funcionará como um "seguro" para garantir o fornecimento em 2002.


O aluguel dos equipamentos geradores será pago pelo Tesouro Nacional e a energia emergencial será vendida para as distribuidoras através da Comercializadora Nacional de Energia Elétrica (CNEE), recentemente criada pelo governo federal. Os contratos de fornecimento poderão durar até 5 de dezembro de 2005.


O preço da energia gerada por barcaças e usinas móveis ainda não está definido. De acordo com o ministro José Jorge, o custo de 1 megawatt hora (MWh) deve ficar em torno de R$ 300, quantia cinco vezes superior ao custo médio da geração hidrelétrica. " Essa energia ficará disponível apenas para casos emergenciais, já que é muito cara " , afirmou o ministro de Minas e Energia.


Não foi definido também os mecanismos de repasse de custos que empresas distribuidoras aplicarão aos seus consumidores.


A Petrobras poderá participar do plano de geração, afirmou o presidente da empresa Henri Philippe Reichstul. Além de suprir as demandas de óleo combustível e diesel para os equipamentos, a Petrobras definirá, após a publicação do edital, se também vai alugar os geradores que serão ligados ao sistema. " "Não está descartada a possibilidade de empreendermos neste sentido", disse Reichstul.


Preocupada com a queda na economia de energia por parte da população, a GCE deve anunciar nesta semana uma definição sobre o pagamento de bônus aos consumidores. "Os estudos estão sendo finalizados, e uma decisão deverá sair ainda esta semana", afirmou Parente


Na semana passada, a economia nas duas regiões, que tinha ficado acima de 20% em junho e julho, caiu. No Nordeste, por exemplo, em agosto a economia ficou em 19,4% – número inferior à meta de 20%.


Para distribuidoras, distorção tarifária pode causar quebras

As distribuidoras de energia poderão se tornar inadimplentes nos próximos meses, por causa das distorções nas tarifas, alertaram executivos do setor durante o seminário "A crise de Energia: A Visão de Médio e Longo Prazo", realizado em São Paulo pelo Centro de Economia Mundial da Fundação Getúlio Vargas (FGV).


"As empresas se encontram no seu limite", disse o diretor-presidente da Light, Michel Gaillard. "Há risco de os pagamentos de salário não serem efetuados dentro de um prazo de 30 dias", reforçou co-presidente da Enron América do Sul, Orlando Gonzáles.


Segundo os executivos, as distribuidoras sofreram o impacto da alta do dólar e do alto passivo tarifário das empresas, inclusive com débitos de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). "Isso não acontece apenas com uma ou outra empresa: é generalizado, segundo as informações que temos", afirmou Gonzáles, também presidente da Associação Brasileira das Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee).


De acordo com ele, o governo e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) precisam resolver o problema de reestruturação tarifária do setor elétrico dentro dos próximos 30 dias. Ele propõe uma espécie de desmembramento da tarifa: "Para os grandes consumidores industriais, que compram energia ao preço menor do que o custo de produção, o reajuste deve ser maior. Para o residencial, o repasse deveria ser menor."


Atento às queixas dos empresários, o presidente da Câmara de Gestão da Crise de Energia Elétrica (GCE), ministro Pedro Parente, disse perceber a irritação dos empresários e, por isso, promete encontrar solução para o problema o mais rápido possível. Ele diz que há várias questões complexas que precisam ser resolvidas ao mesmo tempo, o que estaria dificultando e provocando atrasos no governo federal na tomada de decisão. "Isso virou um trem com pneus e um deles está furado. O pior é que temos que trocar esse pneu com o trem andando e sem deixar descarrilar." (Jander Ramon e Luciana Xavier/AE)

Elétricas acenam com risco de inadimplência

O risco de apagão neste e no próximo ano reduziu-se muito. Mas a insegurança em relação aos investimentos necessários à oferta de energia para os anos seguintes permanece, agravada pela queda-de-braço que neste momento travam empresas do setor e governo. Em seminário promovido ontem em São Paulo pela Fundação Getúlio Vargas, com apoio do Valor, as empresas elétricas foram extremamente duras ao cobrar do governo solução para as perdas com o racionamento e definições na área. Presidentes de grandes companhias, que já vinham registrando prejuízos antes mesmo do racionamento, disseram ao ministro Pedro Parente, da Câmara de Gestão da Crise de Energia, que estão prestes a interromper pagamentos a seus fornecedores.


Segundo o presidente da Light, Michel Gaillard, se nada for feito, há risco de as concessionários entrarem num quadro de inadimplência generalizada, o que contaminaria todo o setor. O mesmo cenário foi traçado por Orlando González, co-presidente da Enron e presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica. Ele propôs uma ampla reestruturação tarifária para reduzir subsídios cruzados, com reajustes para os consumidores eletrointensivos.


O governo admite todos os problemas do setor, mas não tem as soluções. Segundo apurou o Valor, está em estudo reajuste superior a 20% , que vigoraria de setembro deste ano até o fim de 2002.


Parente disse que, no pior cenário, o país terá de conviver em 2002 com 5% de racionamento. Em sua projeção, ele considera a entrada em operação de 15 termelétricas e um plano emergencial de geração por barcaças e usinas móveis alimentadas a óleo combustível, diesel e gás.Valor Online


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