| Petróleo recua em Londres, mas segue acima de US$ 58 |
| Valor Online – 21/06/2005 |
SÃO PAULO – As preocupações com a questão do abastecimento ante uma demanda crescente persistem nesta terça-feira nos mercados em que se negocia o petróleo, mas os preços dão sinais de abrandamento. |
| Consumo de combustíveis está em queda |
| Valor Econômico – 15/06/2005 |
| RIO – O consumo dos principais combustíveis no Brasil está em queda, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) relativos ao acumulado nos meses de janeiro a abril de 2005 comparados ao mesmo período do ano passado. Segundo dados da agência, as vendas de gasolina no período caíram 1,5%, as de álcool caíram 6,7%, e as de óleo diesel caíram 2,6%. Já o óleo combustível despencou 6,7%, ainda segundo a ANP. Essa queda não foi tão notada pelas oito empresas que integram o Sindicato Nacional das Distribuidoras de Combustíveis (Sindicom), que representa empresas que têm 75% do mercado. Os dados do Sindicom mostram aumento de 0,9% nas vendas de gasolina, de 8,8% em álcool e de 0,9% no óleo diesel. A exceção é o óleo combustível, com queda de 10,4%. O diretor-executivo do Sindicom, Alísio Mendes Vaz, avalia que no óleo combustível, esse insumo pode estar sendo deslocado do mercado pelo gás natural. Quanto aos demais líquidos, a resposta pode estar no aumento da fiscalização. ” Na medida que o mercado foi saneado, com menos sonegação e fiscalização, as empresas do Sindicom, aparentemente, tendem a vender mais ” , avalia Vaz. -o-o-o-o-o- |
| Cotação do álcool já dá sinais de recuperação Fernando Lopes De São Paulo Valor 21/6 |
A forte queda dos preços do álcool ao consumidor no país verificada nesta primeira quinzena de junho tem fôlego curto. Segundo analistas, a retração observada reflete a desvalorização dos preços pagos pelo combustível às usinas em maio, mas esta curva, desde o início do mês já é de alta. Segundo Mirlaine Barbosa de Mello, analista da Ágora Senior, os contratos do álcool anidro (produto que entra na mistura da gasolina) para entrega em julho já subiram 9,2% em junho na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) e fecharam ontem a R$ 770 por metro cúbico. É o mesmo patamar de preços de abril, antes da queda de maio – determinada, principalmente pela entrada da safra. Segundo ela, a crescente demanda por automóveis bicombustível no mercado doméstico segue a oferecer sustentação às cotações, e a tendência, no médio prazo, é de novas valorizações. Julio Maria Martins Borges, da Job Economia e Planejamento, afirma que a boa demanda por álcool também no exterior é outro fator de sustentação para os preços do álcool. “As cotações do álcool estão no mesmo nível no país e no exterior, o que torna a posição das usinas confortável”. O câmbio, ainda que não seja um estímulo às exportações, neste caso também não tira competitividade do Brasil. |