O que é fantástico no Brasil é a cara de pau do govêrno que acha que não deve explicações a respeito do milagroso processo de privatização que além de baixar …



O que é fantástico no Brasil é a cara de pau do govêrno que acha que não deve explicações a respeito do milagroso processo de privatização que além de baixar os preços da energia , geraria recursos para a educação, saúde, segurança, etc…. Sem essas explicações, o govêrno continua distribuindo subsídios e depos cobrando do povo! O que irrita são as declarações do Ministro de Minas e Energia que continua dizendo que "o sistema elétrico brasileiro sempre foi dependente da quantidade de chuvas para manter os reservatórios dentro da capacidade de produção de energia" como se isso fosse uma desvantagem. Sr. Ministro, se o país fosse atendido por fontes térmicas, com esse total desinteresse por investir em novas usinas, já estaria em racionamento! Só o fato de termos um parque hidráulico nos livrou dessa até agora!

Subsídio maior elevará as tarifas de energia elétrica


Rio, 20 – O consumidor brasileiro pagará mais caro pela energia elétrica para que o governo consiga evitar o risco de racionamento ou apagões no país. A pedido do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) – órgão responsável pelo controle do abastecimento -, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) elevou em R$ 428 milhões o valor do subsídio para a geração térmica no país. Com a medida, o governo alivia o nível dos reservatórios para a geração hidrelétrica e tenta afastar a crise do setor elétrico aguardada para 2001. ”A intenção é preservar os reservatórios neste ano para que eles estejam num nível maior no próximo ano”, explicou ontem o ministro de Minas e Energia, Rodolpho Tourinho. O aumento do subsídio para as termelétricas representará um impacto de 1,3 ponto percentual na composição tarifária dos próximos reajustes de energia. Segundo o diretor-geral da Aneel, José Mário Abdo, o impacto do aumento do subsídio – que incide sobre o óleo diesel usado pelas usinas termelétricas hoje instaladas no país – deverá aparecer sobre os reajustes de energia somente na ocasi o das revisões tarifárias anuais. Os próximos reajustes dever ão ser autorizados em agosto e irão atingir os consumidores da Celesc (Santa Catarina), Celpa (Pará) e Escelsa (Espírito Santo). No Rio de Janeiro, o efeito sobre a tarifa deverá ser sentido a partir de novembro, reajuste da Light, e dezembro, revisão da Cerj.


O aumento do subsídio para as térmicas, de 26%, elevou o saldo das contas de consumo de combustíveis (CCC) no país para R$ 1,99 bilhão. Esse valor terá um peso da ordem de 6% na formação do preço de todas tarifas de energia. Grupo vai decidir compra de energia paraguaia – O ministro de Minas e Energia, Rodolpho Tourinho, anunciou ontem a criação de um grupo de estudos para decidir sobre a compra de 400 megawatts de energia elétrica do Paraguai. Tourinho acredita que seja apresentada uma solução para a importação de energia em até 30 dias. Existem questões que precisam ser resolvidas pelos técnicos e que dizem respeito ao prazo de entrega da energia; ao preço do produto para o País; e à construção da Usina Hidrelétrica de Yaciretá. A proposta do Brasil é que o Governo paraguaio ceda os 400 megawatts que recebe da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Esta energia serve para abastecer Assunção. Ao decidir pela importação, a capital paraguaia passaria a ser suprida pela eletricidade de Yaciretá. Para iniciar os entendimentos sobre a compra de energia, Tourinho reuniu-se ontem à tarde com o ministro de Obras Públicas do Paraguai, José Alberto Planás. ”O que mais interessa para o Brasil é saber quando poderemos contar com os 400 megawatts de energia”, disse Tourinho. O ministro assegurou que não há qualquer possibilidade de falta de energia, no próximo ano, em função do aumento da demanda. ”A minha obrigação é de trazer o máximo de energia possível para que o País possa se desenvolver”, afirmou. Tourinho disse que não há qualquer previsão de problemas na ponta para o período de 2001 a 2003.


O ministro explicou que o sistema elétrico brasileiro sempre foi dependente da quantidade de chuvas para manter os reservatórios dentro da capacidade de produção de energia. ”Todas as providências foram tomadas para que os níveis dos reservatórios fiquem dentro da média dos últimos 69 anos” , afirmou. Light terá de reduzir participação no mercado – O grupo Light terá de reduzir a participação no mercado de distribuição de energia elétrica para enquadrar-se nos limites regional e nacional estabelecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Com isso, a holding será obrigada a se desfazer de parte do controle da Eletropaulo Metropolitana, por meio de reestruturação societária. A informação é do diretor-geral da Aneel, José Mário Abdo, que divulgou ontem as novas regras sobre os limites de participação dos investidores no mercado de energia. A medida é necessária porque o conglomerado detém 26% do mercado da distribuição de energia nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, ou seja, está um ponto percentual acima do limite. Além disso, a Light é dona de 20,6% da distribuição nacional, o que representa 0,6 ponto percentual acima do previsto pela legislação da agência reguladora. Esta ampliação no mercado ocorreu quando os controladores da distribuidora Light, no Estado do Rio, assumiram o comando da Eletropaulo. A resolução 94, editada em 30 de março de 1998, concedia prazo de 24 meses para que a empresa obedecesse os percentuais fixados pela agência reguladora. Nos últimos meses, técnicos da Aneel comunicaram à direção da Light sobre este prazo e pediram informações referentes as providências que estavam sendo tomadas no sentido de enquadrar-se às regras da legislação. A posição da empresa foi de que não teria ultrapassado os percentuais de participação do mercado. Abdo informou que foram aprovadas novas regras sobre o domínio deste mercado. Para isso, será publicada outra resolução hoje no Diário Oficial da União, que acaba com o prazo de adequação aos limites. Com isso, o grupo Light terá de se manifestar sobre a posição dominante o mais rápido possível. Abdo explicou que a própria fiscalização da agência vai conferir se o grupo está enquadrado nesta resolução. Fonte: Jornal do Commercio



Aneel divulga incentivo a empresas que anteciparem investimento em usinas


Brasília, 20 – As empresas que anteciparem seus investimentos para a construção de usinas termelétricas e hidrelétricas nos próximos dois anos no país poderão comprar energia própria livremente por um período determinado, disse nesta quarta-feira (19) o diretor-geral da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). “Quem antecipar investimentos até 2001 ficará livre das restrições por 10 anos. Quem antecipar até 2002 fica isento por 8 anos”, disse José Mário Abdo em entrevista à imprensa. Atualmente, as empresas de energia podem comprar no máximo 30% do total que produzem.


O incentivo faz parte de resolução que a Aneel publicará na quinta-feira no Diário Oficial da União. “É uma medida para diminuir riscos (de racionamento de energia) e para equilibrar a oferta e demanda quando houver a competição em 2003”, disse Abdo. A Aneel pretende promover a abertura total do mercado de energia em 2003. A agência autorizou também a ampliação da Conta de Consumo de Combustível (CCC) em R$ 428 milhões de reais, para R$ 1,995 bilhão, disse o diretor-geral. A CCC é um fundo cobrado de todos os consumidores com o objetivo de subsidiar a compra de óleo diesel para a geração de energia térmica na região Norte do país e rende, em média R$ 330 milhões por ano.


O objetivo dessa medida é incentivar a geração de energia térmica para que se poupe mais água nos reservatórios das usinas hidrelétricas, explicou Abdo. A ampliação da CCC deverá ser repassada para as tarifas da data do reajuste anual de cada concessionária. A CCC representa 6% na composição da tarifa de energia elétrica. Fonte: Folha Online


ONIP: Entidade propõe pool de fabricantes de turbinas no Brasil


São Paulo, 20 – A Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip) entregou ontem ao ministro das Minas e Energia, Rodolpho Tourinho, uma sugestão que prevê a implantação de fábricas de turbinas movidas a gás natural no Brasil. Segundo o diretor-geral da Onip, Eduardo Rappel, o ministro ficou "animado" com a proposta, que visa abastecer as usinas do Programa Prioritário de Termelétricas. Companhias como a General Electric (GE), Siemens e ABB Alstom concentram a produção mundial de turbinas a gás, mas nenhuma delas produz esse equipamento no Brasil.


Pela proposta, as companhias poderiam se organizar em pool para a instalação das unidades. A eventual escassez de turbina é apontada pelos investidores como um dos empecilhos para a evolução do programa termelétrico. O excesso de demanda decorre não pela alta nas encomendas brasileiras, mas principalmente porque o mercado norte-americano também está muito aquecido, sobrecarregando as linhas de produção dos fabricantes. No entanto, Tourinho já disse por repetidas vezes que este não será um entrave ao programa. O próprio Rappel admitiu que nenhuma companhia expressou intenção de instalar-se com esse objetivo.


O conjunto de turbina e gerador consome aproximadamente 60% dos investimentos de uma planta térmica a gás, sendo o restante destinado aos trabalhos de obra civil, preparação do terreno e engenharia do projeto. Do total de equipamentos, cerca de 40% a 45% pode ser contratado no Brasil – o equivalente a aproximadamente 55% do investimento em cifras, mas a turbina, necessariamente, deve ser importada. O programa prioritário federal engloba 55 usinas termelétricas, com geração total superior a 17 mil megawatts (MW) até 2004. Segundo cálculos do governo, os 11 mil MW necessários para garantir o suprimento do País até 2004 já estão garantidos, com o funcionamento de pelo menos 33 usinas, que se encontram em fase mais adiantada de construção. Fonte: Gazeta Mercantil (Katia Ogawa)



Angra 1 pára sem data para voltar a operar


Rio, 20 – A usina nuclear de Angra 1 voltou a ser desligada depois de entrar em operação na última sexta-feira. A nova parada foi motivada por problemas no sistema de refrigeração do gerador elétrico da usina, que deixou de funcionar à 0h58min do dia 18. Com a paralisação, o complexo nuclear de Angra permanece sem gerar energia elétrica, apesar de Angra 2 estar em fase de testes do reator nuclear para poder entrar em operação em duas semanas, aproximadamente. A Eletronuclear, empresa responsável pela construção e operação do complexo nuclear de Angra dos Reis, informou ontem que não existe uma previsão exata sobre a volta à operação de Angra 1. Segundo a Eletronuclear, um representante do fabricante, a Westinghouse, encontra-se em Angra verificando o problema de despressurização do gerador elétrico da usina. Angra 1 tinha ficado 73 dias parada em função de problemas na troca de combustível. Voltou a operar há menos de uma semana e antes de ser novamente desligada, o que mais uma vez reforça a imagem que se tem dela como usina vaga-lume, estava gerando cerca de 150 megawatts (MW), menos de 25% de sua capacidade instalada, que é de 637 MW. A informação da Eletronucelar é de que foi preciso desligar a usina para fazer uma inspeção nos sistemas de selagem mecânica e hidráulica do gerador elétrico. Fonte: Valor Online (Francisco Góes)


Importação de energia sairá em 30 dias


BRASÍLIA – O ministro de Minas e Energia, Rodolpho Tourinho, anunciou ontem a criação de um grupo de estudos para decidir sobre a compra de 400 megawatts (MW) de energia elétrica do Paraguai. Tourinho acredita que seja apresentada uma solução para a importação em até 30 dias.


As questões pendentes entre os técnicos sobre o assunto referem-se ao prazo de entrega da energia; ao preço do produto para o País; e a construção da Usina Hidrelétrica de Yaciretá. A proposta do Brasil é de que o governo paraguaio ceda os 400 MW que recebe da Usina Hidrelétrica de Itaipu, e que abastecem Assunção. Ao decidir pela importação, a capital paraguaia passaria a ser suprida por Yaciretá.


Para iniciar os entendimentos sobre a compra de energia, Tourinho reuniu-se ontem à tarde com o ministro de Obras Públicas do Paraguai, José Alberto Planás. Mas descartou que a negociação tenha qualquer envolvimento com o acordo da dívida do Paraguai com o Brasil. Nos últimos dias, a imprensa paraguaia noticiou que esta importação incluíria o acerto de contas entre os dois países. (R. C.)


Controladores das energéticas da CESP ficam com ações


Os funcionários das empresas cindidas da Companhia Energética de São Paulo (Cesp) não tiveram a mesma sorte que seus colegas da CSN, Vale do Rio Doce e Açominas. Essa é a opinião do presidente do Clube de Funcionários da Cesp (CespInvest), Rui Carlos Ortega.


Segundo ele, o edital que modelou as ofertas da Elektro e das geradoras Paranapanema e Tietê dificultou a manutenção desses papéis pelos empregados.


Ortega afirmou que as ações foram oferecidas por preços elevados, acima da cotação de mercado. Esse fator forçou o CespInvest a comprar os papéis em nome dos funcionários e vendê-los para os controladores em troca de um pequeno ágio.


De acordo com o presidente do CespInvest, o clube não recorreu ao financiamento do BNDES para adquirir as ações e usou outro tipo de empréstimo. Segundo Ortega, o financiamento do BNDES "não valeria a pena".


Isso porque, caso decidisse usá-lo, precisaria permanecer com os papéis.


"O empregado teria de comprar e torcer para a ação se valorizar, caso contrário ficaria com o mico e a dívida." No caso da Elektro, o preço do lote foi de R$ 10 mil. "Dos 7,5 mil cotistas que entraram no negócio, nenhum permaneceu com as ações." Na Geração Paranapanema e Tietê ocorreu o mesmo.


No caso da Paranapanema foi feita uma oferta de 2,4 bilhões de ações preferenciais, ao preço de R$ 1,978 mil por lote.


"Cerca de 10,5 mil empregados aderiram, revendendo para o controlador." A Geração Tietê contou com a participação de 12,2 mil empregados. Foram ofertados 4,6 bilhões de ações ordinárias, ao preço de R$ 5,722 mil por lote.


Atualmente o CespInvest detém, segundo Ortega, lotes mínimos dessas empresas que garantem a participação em Assembléias Gerais.


O clube conta hoje com 14 mil funcionários. Deste total, entre 3 mil e 4 mil aplicam recursos em ações diversas todo mês. "Somos um fundo de carteira livre e possuímos R$ 8 milhões em reservas." Importação de energia sairá em 30 dias


BRASÍLIA – O ministro de Minas e Energia, Rodolpho Tourinho, anunciou ontem a criação de um grupo de estudos para decidir sobre a compra de 400 megawatts (MW) de energia elétrica do Paraguai. Tourinho acredita que seja apresentada uma solução para a importação em até 30 dias.


As questões pendentes entre os técnicos sobre o assunto referem-se ao prazo de entrega da energia; ao preço do produto para o País; e a construção da Usina Hidrelétrica de Yaciretá. A proposta do Brasil é de que o governo paraguaio ceda os 400 MW que recebe da Usina Hidrelétrica de Itaipu, e que abastecem Assunção. Ao decidir pela importação, a capital paraguaia passaria a ser suprida por Yaciretá.


Para iniciar os entendimentos sobre a compra de energia, Tourinho reuniu-se ontem à tarde com o ministro de Obras Públicas do Paraguai, José Alberto Planás. Mas descartou que a negociação tenha qualquer envolvimento com o acordo da dívida do Paraguai com o Brasil. Nos últimos dias, a imprensa paraguaia noticiou que esta importação incluíria o acerto de contas entre os dois países. (R. C.)











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