A estréia do mercado livre de energia
São Paulo, 18 – O primeiro contrato de compra de energia firmado por um consumidor livre no País começa a vigorar
segunda-feira. Trata-se do acordo fechado entre a empresa paulista Carbocloro, do setor químico, e a Companhia Paranaense de
Energia Elétrica (Copel). Durante cinco anos, a Carbocloro terá acesso à energia resultante dos 60 MW (megawatts) reservados na
Copel para o horário de ponta e aos 100 MW para o restante do dia. Mas, por causa disso, a distribuidora Bandeirante, de São Paulo,
perde seu terceiro maior cliente, responsável por receitas anuais próximas a R$ 60 milhões. Até há pouco tempo isto não seria
possível, pois a única fábrica da Carbocloro está localizada em Cubatão, cidade que integra a área de concessão da distribuidora. O
processo de substituição de fornecedor foi concluído na sexta-feira, mas começou em dezembro do ano passado.
Fonte: Gazeta Mercantil (Maria Angela Jabur)
ANEEL: Consumidores de 3 MW escolherão fornecedor em julho/2000
BRASÍLIA, 18 – O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), José Mário Abdo, afirmou há pouco que, em julho
de 2000, os consumidores de mais de 3 MW poderão escolher seus fornecedores de energia sem restrição. Hoje, essa medida vale
para os clientes que utilizam mais de 10 MW. Os consumidores de mais de 500 KW podem escolher seu fornecedor entre as
pequenas centrais hidrelétricas. Abdo relacionou as próximas ações do órgão regulador, como a reetruturação do call center,
regularização das cooperativas de eletrificação rural, revisão das disposições relativas à continuidade do fornecimento de energia
elétrica e revisão das condições gerais de fornecimento. Além disso, a Aneel quer complementar a pesquisa de satisfação entre os
consumidores de energia, orientar os consumidores no tocante às tarifas e serviços, complementar a assinatura dos contratos de
concessão, ampliar a área de abrangência da fiscalização e aprofundar a descentralização no fornecimento de energia elétrica. O
diretor da Aneel abriu hoje o 2º Encontro Nacional dos Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica, em Brasília.
Fonte: InvestNews (Camila Matias/PU)
Abrace quer revisão das tarifas de energia
SÃO PAULO, 17 – As empresas distribuidoras de energia elétrica não estão satisfeitas com os reajustes de tarifas autorizados pela
Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) depois da desvalorização cambial e pedem nova revisão de preços. A informação foi
dada ontem pelo diretor-executivo da Associação Brasileira dos Grandes Consumidores Industiais de Energia (Abrace), Paulo
Ludmer, que participou de seminário em São Paulo. Ele acrescentou que parte das empresas pede que o novo reajuste seja feito de
uma única vez, enquanto outras sugerem um escalonamento. Segundo o procurador-geral da Aneel, Cláudio Girardi, as novas
solicitações de revisão serão analisadas levando em conta os aumentos já autorizados de 20%, em média e o reajuste anual
previsto nos contratos de concessão. Por esses contratos, as distribuidoras têm direito a um aumento anual equivalente à variação
do IGP-M no ano. Girardi afirmou que os últimos reajustes fizeram parte de uma revisão de equilíbrio econômico-financeiro , que
pode ser solicitado pelas empresas sempre que algum fator externo às companhias afetar seus custos. Outro fator que preocupa os
grandes consumidores de energia é a oferta. Nos cálculos de Ludmer, as chances de o Brasil ser obrigado a enfrentar racionamento
no consumo de energia elétrica em 2000 são de 20%, no mínimo.
Fonte: Estado de Minas
Maria Voivodic defende dolarização de tarifa
LONDRES, 19 – As tarifas de energia elétrica do Brasil ficaram muito baixas depois da desvalorização do real, disse Maria Voivodic,
diretora-financeira da Eletropaulo, durante a quinta conferência Brasil para Investidores, promovida pela Associação Brasileira das
Companhias Abertas (Abrasca), na quarta-feira. "Existe espaço para aumento de tarifas de energia no Brasil", afirmou Maria
Voivodic, defendendo a dolarização do setor. "Todos os países dolarizaram suas tarifas", disse, lembrando que na Argentina a
diferença é substancial – as tarifas em dólar são quase duas vezes maiores do que as da Eletropaulo.
Fonte: Jornal do Brasil (ML)
Elétricas temem aumento de tributos
São Paulo, 17 – Consumidores e fornecedores de energia elétrica começam a questionar a estrutura tributária do setor.
Argumentam que os procedimentos atuais, estruturados quando as empresas ainda eram verticalizadas, não condizem com o
livre-mercado. A discussão, ainda em nível institucional, pode resultar no encaminhamento de sugestões aos responsáveis pela
reforma tributária. ‘Se o modelo não mudar, teremos um aumento de carga tributária sem a correspondente geração de fatos
novos’, diz Eduardo Bernini, presidente do comitê executivo do Mercado Atacadista de Energia (MAE). Ele se refere ao PIS e à
Cofins, mas o ICMS e a criação de novos tributos, como o imposto seletivo, também estão na pauta do dia do setor.
Fonte: Gazeta Mercantil (Maria Angela Jabur)
Aneel discute qualidade dos serviços com consumidores
BRASÍLIA, 17 – A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai reunir os Conselhos de Consumidores de Energia Elétrica
amanhã e na sexta-feira para discutir a melhoria da qualidade dos serviços das concessionárias. O encontro será aberto com
mesa-redonda sobre "O impacto da nova legislação do setor elétrico brasileiro nas principais classes de consumo" e discutirá em
seguida temas como consumidores livres, relacionamento com as agências reguladoras, fiscalização e qualidade dos serviços de
energia elétrica, direitos do consumidor e regulamentação do setor. Previstos na legislação do setor elétrico, os 63 conselhos de
consumidores existentes no país têm a participação de consumidores residenciais, rurais, comerciais e industriais e de órgãos de
defesa do consumidor.
Fonte: Agência O GLOBO (Sueli Montenegro)
ANEEL: Energéticas receberam US$ 44,5 bi de 95 a 98, diz Abdo
BRASÍLIA, 18 – A iniciativa privada investiu no setor energético brasileiro US$ 44,5 bilhões entre 1995 e 1998, informou há pouco
o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), José Mario Abdo. "Os investimentos são importantes porque
desoneram o governo", afirmou ao acrescentar que apenas no ano passado houve aumento da oferta de energia em 4,056 mil
megawatts. Em 98, foram aplicados R$ 9,4 milhões em multas às concessionárias. Neste ano, apenas com o blecaute de 11 de março,
as empresas pagaram R$ 1,4 bilhão em indenizações aos consumidores prejudicados, o corresponde a 61%, ou 8.815 pedidos de um
total de 14.426 queixas. No ano passado, as empresas de energia elétrica destinaram R$ 208 milhões para programas de eficiência
energética, pesquisa e desenvolvimento, montante proveniente de 1% da receita de cada concessionária. De acordo com Abdo, 84%
do mercado de energia elétrica já celebrou contrato de concessão, que estipula direitos e deveres. Até o final do ano, acrescentou,
todo o mercado estará com documentos firmados. O diretor-geral da Aneel participa do II Encontro Nacional dos Conselhos de
Consumidores de Energia Elétrica, no Hotel Nacional.
Fonte: InvestNews (Camila Matias/CV)
ANEEL: Capuava Energy poderá implantar termelétrica em SP
BRASÍLIA, 17 – A Capuava Energy poderá se estabelecer como produtora independente de energia elétrica e implantar uma central
termelétrica de cogeração no município de Santo André (SP). A autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) está
publicada hoje no Diário Oficial da União (D.O.). A usina deverá estar implantada até 2 de dezembro de 1999. O órgão regulador
também autorizou a Empresa Santa Clara Indústria de Pasta e Papel a explorar o potencial hidrelétrico da Pequena Central
Hidrelétrica Candói, localizada no rio Caracú, em Candói (PR).
Fonte: InvestNews (Camila Matias)
Paranapanema: Duke fará oferta
São Paulo, 19 – A Duke Energia do Sudeste Ltda. informou hoje que fará uma oferta pública para a compra da totalidade de ações da
Companhia de Geração de Energia Elétrica Paranapanema. O valor da oferta será de R$ 8,89 por lote de mil ações ordinárias e de R$
11,31 por lote de mil preferenciais, pagos à vista. Segundo a companhia, os preços ofertados representam um prêmio de 36,9%
sobre a média das negociações realizadas nos últimos 20 pregões da Bovespa. Ontem, os negócios com os papéis foram suspensos às
13h28, a pedido da própria companhia. Até então, as ordinárias estavam cotadas a R$ 7,90/lote mil e as preferenciais, a R$ 9,10/lote
mil. Em fato relevante publicado hoje, a Duke afirmou que a oferta não visa ao fechamento de capital da Geração Paranapanema.
O objetivo, segundo a Duke, é consolidar sua posição acionária na empresa. A Duke detém atualmente o controle da Geração
Paranapanema com 71,27% das ações ordinárias e 43,67% do capital total. O leilão de compra de ações, que será coordenado pelo
Banco Warburg Dillon Read, será realizado na Bovespa, em data ainda a ser definida. Os possuidores de ADRs representando ações
da Geração Paranapanema poderão ofertar tais papéis, devendo entretanto desvincular as ações do Programa de ADR, antes da
liquidação física.
Fonte: Agência Estado (Márcio Anaya)
Investimentos estrageiros no Chile superam US$ 8 bi
São Paulo, 18 – Os investimentos estrangeiros no Chile registraram um crescimento histórico entre janeiro e setembro deste ano,
atingindo US$ 8,474 bilhões, disse o ministro da Economia, Jorge Leiva. Ele ressaltou que o montante de investimentos representa
"um significativo sinal de confiança" no desenvolvimento da economia chilena. Os setores de eletricidade, gás e água foram os
que receberam a maior porcentagem dos investimentos. Depois, vieram os setores de serviços e mineração. Assim como no ano
passado, os maiores investimentos partiram da Espanha, seguida pelos Estados Unidos e França.
Fonte: Diário do Grande ABC
Electrabel fecha aquisição de 80% da Epon por US$ 1,75 bi
BRUXELAS, 19 – A Electrabel SA, maior companhia de energia da Bélgica, acertou a aquisição de 80% da Epon, líder na Holanda,
por 1,7 bilhões de euros em dinheiro, o equivalente a US$ 1,75 bilhão, numa política de crescimento externo esboçada para fazer
frente à concorrência interna. Caberá à companhia financeira holandesa ING Groep NV a compra do quinto restante, por 435
milhões de euros. O preço inclui dívidas, investimentos futuros já planejados e outros passivos. O ritmo das aquisições entre
fronteiras registra aceleração nove meses depois de a União Européia ter promovido a abertura dos mercados nacionais de energia.
"Trata-se de uma movimentação estratégica importante" em meio a uma série de aquisições na indústria de energia, diz Loic de
Caters, analista do Fortis Bank. Desde que a francesa Suez Lyonnaise des Eaux SA concordou com a compra da Tractebel SA, maior
produtora independente de energia da Europa, a Electrabel enfrenta forte pressão para acelerar os esforços de expansão fora do país.
A Suez tem planos de usar a Tractebel, que controla 40% da Electrabel, para crescer não apenas no velho continente como em todo
o mundo.
Fonte: JB On Line (Priscilla Leal)
Eletrobrás registra no trimestre lucro de R$ 2,64 bilhões
RIO, 19 – A Eletrobrás registrou no terceiro trimestre deste ano lucro líquido de R$ 2,64 bilhões, contra R$ 1,59 bilhão em igual
período do ano passado. O resultado corresponde a lucro de R$ 4,91 por lote de mil ações. De acordo com o comunicado da
Eletrobrás, o resultado representa o efeito líquido enter o impacto positivo causado pela rentabilidade da carteira de empréstimos e
financiamentos (representada em 52% em moeda estrangeira) e o impacto negativo do resultado de equivalência patrimonial,
consequente de um relevante aumento da carga tributária nominal.
Fonte: JB On Line
Light teve prejuízo de R$ 196 milhões
Rio, 18 – No terceiro trimestre deste ano, a Light registrou prejuízo líquido de R$ 196,26 milhões. Em igual período do ano passado,
o resultado havia sido também negativo, em R$ 2,9 milhões. A empresa atribuiu o resultado do terceiro trimestre deste ano ao
impacto da desvalorização cambial sobre as despesas financeiras e sobre os custos da energia elétrica compra de de Itaipu, em dólar.
Também no terceiro trimestre, a receita líquida das vendas foi de R$ 600 milhões, superior em 18,4% em relação àquela obtida em
igual período do ano anterior. O avanço é conseqüência do crescimento de aproximadamente 1% nas vendas de energia e dos
reajustes de tarifas.
Fonte: Jornal do Commercio
CESP TIETÊ: Prejuízo líquido soma R$ 6,494 mi no 3º trimestre
SÃO PAULO, 17 – A Companhia de Geração de Energia Elétrica Tietê apresentou prejuízo líquido de R$ 6,494 milhões no terceiro
trimestre deste ano, o que levou a um lucro de apenas R$ 111 mil no acumulado de janeiro a setembro. De acordo com a
demonstração de resultado enviada à Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), o prejuízo operacional da Cesp Tietê chegou a R$
12,358 milhões entre julho e setembro, com o lucro operacional passando a R$ 894 mil nos nove meses. A receita bruta de vendas e
serviços da companhia somou R$ 343,016 milhões até setembro, enquanto o custo de bens e serviços ficou em R$ 209,270 milhões
em igual período. A geradora foi constituída em 4 de fevereiro deste ano, como resultado do processo de cisão da antiga Cesp, mas
suas atividades comerciais tiveram início somente em 1º de abril.
Fonte: Gazeta Mercantil (KO)
PARANAPANEMA: Prejuízo da geradora soma R$ 15,3 mi até setembro
SÃO PAULO, 17 – A Companhia de Geração de Energia Elétrica Paranapanema apresentou prejuízo líquido de R$ 15,340 milhões
no acumulado de janeiro a setembro deste ano. Esse dado reverteu o resultado apurado ao término do primeiro semestre do ano,
quando o lucro líquido apurado foi de R$ 2,7 milhões.
Fonte: Gazeta Mercantil (KO)
CESP: Estatal tem prejuízo de R$ 266,6 milhões no 3º trimestre
SÃO PAULO, 17 – A Companhia Energética de São Paulo (Cesp) amargou prejuízo de R$ 266,67 milhões no terceiro trimestre,
elevando para R$ 782,73 milhões as perdas acumuladas em nove meses. Segundo a empresa, o prejuízo de julho a setembro
decorreu, basicamente, da variação cambial sobre empréstimos e financiamentos, em contrapartida à reversão de provisões de
encargos e atualização sobre Cofins.A geradora de energia controlada pelo governo do Estado apurou receita bruta de R$ 310,25
milhões no terceiro trimestre, com uma receita líquida de R$ 281,71 no período. As despesas operacionais alcançaram R$ 658,59
milhões de julho a setembro, alcançando R$ 2,99 bilhões no acumulado dos nove meses. As despesas financeiras líquidas ficaram
em R$ 46 milhões no trimestre, somando 297,62 milhões desde o começo do ano. A relação despesa com pessoal/receita líquida
passou de 4,2% no segundo trimestre para 14,4% nos três meses seguintes, elevando-se principalmente por causa do programa de
desligamento voluntário, cujos custos impactaram sobretudo o balancete de julho.
Fonte: Gazeta Mercantil (MM)
PAULISTA DE ENERGIA: Lucro soma R$ 4,55 milhões em 9 meses
SÃO PAULO, 16 – A Companhia Paulista de Energia Elétrica apurou lucro líquido consolidado de R$ 4,55 milhões no acumulado
dos nove primeiros meses do ano. A receita líquida alcançou R$ 69,52 milhões, enquanto o resultado bruto ficou em R$ 13,75
milhões.
Fonte: Gazeta Mercantil (MM)
CEB: Distribuidora amplia lucro para R$ 12,4 milhões até setembro
SÃO PAULO, 16 – A Companhia Energética de Brasília (CEB) registrou lucro líquido de R$ 12,47 milhões nos nove meses do ano.
Até o final do primeiro semestre, o ganho estava em R$ 3,56 milhões. A distribuidora obteve receita líquida de R$ 282,12 milhões,
com um resultado operacional de R$ 22,35 milhões de janeiro a setembro.
Fonte: Gazeta Mercantil (MM)
COELBA: Prejuízo aumenta para R$ 140,29 milhões em nove meses
SÃO PAULO, 16 – A Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba) apurou prejuízo consolidado de R$ 25,13 milhões no
terceiro trimestre do ano, elevando para R$ 140,29 milhões as perdas acumuladas nos nove primeiros meses do ano.Fonte: Gazeta
Mercantil (MM)
CELESC: Prejuízo alcança R$ 30,8 milhões até setembro
SÃO PAULO, 18 – A Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) encerrou os nove meses do ano com prejuízo de R$ 30,82
milhões, enquanto que no mesmo período do ano passado obteve lucro líquido de R$ 7,86 milhões. Com o desempenho, a
empresa apresentou uma rentabilidade negativa de 2,3% sobre o patrimônio líquido de 30 de setembro. Apenas no terceiro
trimestre, a companhia apurou lucro de R$ 8,35 milhões, frente a perdas de R$ 10,61 milhões de julho a setembro de 98.
Fonte: Gazeta Mercantil (MM)
CEMAR: Prejuízo líquido soma R$ 24,427 mi no terceiro trimestre
SÃO PAULO, 18 – A Companhia Energética do Maranhão (Cemar) registrou prejuízo líquido de R$ 24,427 milhões no terceiro
trimestre, elevando as perdas para R$ 86,444 milhões no acumulado até setembro. De julho a setembro do ano passado, a empresa
conseguiu lucro líquido de R$ 5,870 milhões, com ganhos de R$ 23,198 milhões nos nove primeiros meses de 1998.
Fonte: Gazeta Mercantil (KO)
CELG: Prejuízo líquido alcança R$ 130,370 mi em nove meses
SÃO PAULO, 19 – A Centrais Elétricas de Goiás (Celg) amargou prejuízo líquido de R$ 130,370 milhões no acumulado do ano até
setembro. Apenas no terceiro trimestre deste ano, as perdas chegaram a R$ 52,415 milhões. Nos nove primeiros meses de 1998, a
companhia apurou prejuízo líquido de R$ 16,385 milhões.
Fonte: Gazeta Mercantil (KO)
ENERGIPE/ENERGISA: Prejuízo líquido soma R$ 8,2 mi até setembro
SÃO PAULO, 19 – A Empresa Energética do Sergipe S/A (Energipe) registrou prejuízo líquido de R$ 8,235 milhões no acumulado
do ano até setembro. Esse desempenho reverteu o lucro de R$ 4,472 milhões apurado pela distribuidora em igual período do ano
passado.
Fonte: Gazeta Mercantil (KO)
CELPE: Lucro até setembro cai 11,4%, para R$ 44,339 milhões
SÃO PAULO, 17 – A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) reduziu em 11,4% seu lucro no acumulado de janeiro a
setembro de 1999. Nos nove primeiros meses do ano, a companhia lucrou R$ 44,339 milhões , ante R$ 50,077 milhões obtidos em
igual período do ano passado. Na comparação entre os resultados do terceiro trimestre, o ganho no atual exercício foi quase seis
vezes maior, com resultado positivo de R$ 18,7 milhões em 99, ante R$ 3,7 milhões somados em 98. Em processo de privatização, a
Celpe teve seu leilão adiado para fevereiro de 2000. A receita líquida de vendas e serviços da Celpe evoluiu 9% na comparação dos
nove primeiros meses de 98 e de 99, passando de R$ 442,597 milhões para R$ 482,823 milhões.
Fonte: Gazeta Mercantil (KO)
CELPA: Prejuízo líquido soma R$ 6,752 mi em nove meses
SÃO PAULO, 17 – A Centrais Elétricas do Pará S/A (Celpa) apurou prejuízo líquido de R$ 6,752 milhões nos nove primeiros meses
do ano. Entretanto, o terceiro trimestre sinalizou uma recuperação nas contas da empresa, que obteve lucro líquido de R$ 419 mil.
De janeiro a setembro de 1998, o lucro líquido da companhia paraense chegou a R$ 62,501 milhões.O resultado operacional da
Celpa também apresentou melhoria no período de julho a setembro, quando houve ganho de R$ 7,754 milhões. No acumulado
até o nono mês do ano, o prejuízo operacional caiu para R$ 5,814 milhões. Na comparação com o terceiro trimestre do ano
passado, também houve recuperação. À época, a Celpa respondia por um prejuízo operacional da ordem de R$ 6,475 milhões. As
despesas financeiras líquidas ficaram em R$ 19,182 milhões até setembro, sendo que o terceiro trimestre respondeu por saídas de
R$ 11,191 milhões. O patrimônio líquido da Celpa é de R$ 566,394 milhões.
Fonte: Gazeta Mercantil (KO)
CACHOEIRA DOURADA: Lucro líquido sobe para R$ 72 mi até setembro
SÃO PAULO, 17 – A Centrais Elétricas Cachoeira Dourada S/A registrou lucro líquido de R$ 43,603 milhões no terceiro trimestre,
impulsionando os ganhos do acumulado do ano até setembro para R$ 72,099 milhões. Os dados foram enviados hoje pela empresa
à Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). No primeiro semestre, esse montante era de R$ 28,496 milhões. O resultado bruto
totalizou R$ 28,409 milhões no terceiro trimestre, com o acumulado do ano até setembro somando R$ 72,355 milhões.
Fonte: Gazeta Mercantil (KO)
EMAE: Prejuízo atinge R$ 12,105 milhões em 9 meses
SÃO PAULO, 17 de novembro de 1999 – A Empresa Metropolitana de Águas e Energia S/A (Emae) fechou os primeiros nove
meses do ano com prejuízo líquido consolidado de R$ 12,105 milhões. A receita líquida obtida no período somou R$ 184,253
milhões, mas o resultado bruto ficou negativo em R$ 12,690 milhões. As despesas financeiras ficaram em R$ 3,715 milhões e o
resultado operacional também fechou no vermelho, em R$ 8,975 milhões. O patrimônio líquido no final de setembro estava em
R$ 939,748 milhões.
Fonte: Gazeta Mercantil (AC)
CPFL: Distribuidora fecha 9 meses com lucro de R$ 24 milhões
SÃO PAULO, 17 – A Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) reverteu o prejuízo que acumulava até junho e encerrou o terceiro
trimestre com lucro líquido acumulado de R$ 24,89 milhões. A distribuidora de energia apurava perdas de R$ 38 mil ao final do
primeiro semestre. Apesar da receita líquida de R$ 1,62 bilhão de janeiro a setembro, o desempenho da companhia continuou
pressionado pelas despesas financeiras, que somaram R$ 243,24 milhões no período. Até junho, o indicador somava R$ 131,66
milhões.
Fonte: Gazeta Mercantil (MM)
CEMAT: Prejuízo sobe para R$ 48,7 milhões até setembro
SÃO PAULO, 17 – A Centrais Elétricas Matogrossenses (Cemat) elevou para R$ 48,78 milhões o prejuízo acumulado no ano, até
setembro. Até junho, as perdas da distribuidora controlada pelo grupo Rede estavam em R$ 31,312 milhões.
Fonte: Gazeta Mercantil (MM)
CATAGUAZES-LEOPOLDINA: Prejuízo soma R$ 22,1 milhões em 9 meses
SÃO PAULO, 17 – A Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina obteve prejuízo consolidado de R$ 22,1 milhões no
acumulado do ano. O desempenho reflete despesas financeiras líquidas de R$ 76 milhões, além de amortizações dos ágios
referentes às aquisições das controladas Companhia de Eletricidade de Nova Frigurgo (Cenf) e Energipe (R$ 6,8 milhões) e de todas
as despesas financeiras extraordinárias decorrentes da desvalorização cambial ocorrida no período, no valor de R$ 12,6 milhões.
Nos nove meses, a companhia e as duas controladas faturaram R$ 272,2 milhões, com crescimento de 8,9% sobre o mesmo período
de 1998. Foram vendidos 2342 GWh energia, com aumento médio de 6,1% em relação ao período de janeiro a setembro do ano
passado. A receita operacional líquida consolidada aumentou 6,5% e totalizou R$ 210,1 milhões. Em decorrência do programa de
racionalização de despesas controláveis, as despesas caíram 17,3% e a geração de caixa aumentou 28,8%, pulando de R$ 53,9
milhões para R$ 69,5 milhões. Os resultados dos serviços de energia elétrica cresceram 19,5%, passando de R$ 42,7 milhões para R$
51,0 milhões. Os investimentos consolidados somaram R$ 38,4 milhões, sendo 70,1% aplicados em transmissão e distribuição de
energia, 16,1% em geração e os 13,8% restantes em serviços auxiliares.
Fonte: Gazeta Mercantil (MM)
Operação com debêntures da Cesp
Rio, 18 – A corretora Unibanco divulga operação de compra e venda de debêntures simples de emissão da Companhia Energética
de São Paulo – CESP, a ser realizada no dia 19 de novembro, às 13h30, na BVSP, tendo como intermediadora compradora a
corretora Bradesco. Serão 133.056 debêntures da 7ªemissão, dividida em 18 séries, sendo 7.392 dbs de cada série permutáveis, cada
debênture, por 7.749 ações preferenciais da Cia Paulista de Força e Luz, ao preço unitário de R$ 1.236,83.
Fonte: Jornal do Commercio
DOC 4 adquire 41,13% do capital da CPFL por R$ 1,039 bi
SÃO PAULO, 19 – A DOC 4 Participações adquiriu hoje por R$ 1,039 bilhão, 41,13% do capital da CPFL. Com a compra, o grupo
elevou sua participação na distribuidora de 47,84% para 88,97%. As ON da DOC somam agora 92,27%.
Fonte: JB On Line
Aneel investiga causas de blecaute em Porto Alegre
Brasília, 18 – A Aneel determinou hoje a apuração da causas da falta de energia elétrica que atingiu ontem Porto Alegre, quando
parte do centro da cidade ficou no escuro por mais de 12 horas. Determinação nesse sentido foi feita à Companhia Estadual de
Energia Elétrica (CEEE), que deverá elaborar um relatório técnico explicando as causas do blecaute e o porquê da demora no
restabelecimento da energia. Com a supervisão da Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul
(Agergs), que possui convênio com a Aneel, fiscais da Agência estiveram inspecionado as instalações das Subestações Porto Alegre
4 e 6, locais onde aconteceram os problemas. Segundo levantamentos preliminares, houve rompimento de cadeias de isoladores
no barramento da Subestação 6 e explosão de disjuntor na subestação 4, ocasionando a falta de energia no Estado (cerca de 40
minutos). No centro da capital, a falta de energia durou das 23h20m do dia 16 às 12:43h do dia 17.
Fonte: Superintendência de Comunicação Social da Aneel (Omar Alves Abbud)
Tourinho diz que contratos com privatizadas serão honrados
Brasília, 19 – O ministro das Minas e Energia, Rodolpho Tourinho, reafirmou que o governo não pretende alterar a correção dos
preços estabelecidos nos contratos de serviços públicos privatizados. "Existem contratos que foram assinados com as empresas e
todos os contratos serão honrados.” Tourinho observa que o governo estuda a unificação das datas para os reajustes de preços das
empresas privatizadas de energia elétrica. "Há mais de 12 empresas que assinaram os contratos em momentos diferentes do ano.
Isso dá a impressão de que há aumentos todo o mês. Mas cada empresa só faz reajustes uma vez por ano. Sem dúvida, se você
puder simplificar o processo e isto for contribuir, nós o faremos.” Tourinho participou da cerimônia de entrega da plataforma de
produção de petróleo P-36, que está estacionada na Baía de Guanabara e entra em operação no Campo de Roncador, na Bacia de
Campos, em março do ano 2000.
Fonte: FolhaNews
Tarifa subsidiada
BRASÍLIA, 19 – O governo e o Congresso pretendem estabelecer critérios nacionais para definir quais são os usuários que devem
ser considerados de baixa renda e que podem se beneficiar com tarifas subsidiadas de energia elétrica. Existem dois projetos de lei
sobre o assunto sendo analisados: um no Senado, de autoria do senador Geraldo Melo (PSDB-RN), e outro na Câmara dos
Deputados, do deputado Gilberto Kassab (PFL-SP). O presidente da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), José Mário Abdo,
explicou que atualmente cada empresa adota um critério para conceder o benefício da tarifa social. Ele lembrou que esses padrões
foram fixados pelos governos estaduais, antes da privatização das empresas distribuidoras de energia. Em geral, o usuário, para
contar com o benefício, deve ter um baixo consumo de energia. Também são considerados pela empresa a área construída da
residência e o número de pontos de consumo. Mário Abdo disse que atualmente cerca de 11 milhões de famílias no país,
equivalentes a 25% das unidades consumidoras residenciais, são beneficiadas com a tarifa social. Ele afirmou que os subsídios
chegam a 65% do valor da tarifa de energia elétrica.
Fonte: JB On Line
Fiemg quer acionar Cemig na Justiça
BH, 19 – A Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) informou ontem, através de sua assessoria, que estuda a possibilidade
de acionar na Justiça a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), em decorrência de compras feitas sem licitação pela
concessionária. O Departamento Jurídico da principal entidade mineira de empresários fez um levantamento de editais de compra
publicados pela Cemig, que deverá servir como base de argumentos para o processo judicial. O estudo não foi divulgado, sob o
argumento de que a divulgação poderia enfraquecer o impacto do processo. A compra irregular de material elétrico estaria sendo
observada pela Fiemg depois do ingresso dos sócios estrangeiros Southern e AES na Cemig, em 1997. A ação contra a Cemig poderá
ser impetrada ainda este ano, segundo a assessoria da Fiemg.
Contestação – José Agostinho Silveira Neto, presidente da Câmara da Indústria Elétrica da Fiemg, confirmou ontem a informação
de que há 60 dias, a concessionária adquiriu luminárias da empresa espanhola Indalux. A justificativa para a dispensa de licitação,
contestada pelos fabricantes mineiros, estaria na melhor qualidade e eficiência do produto feito na Espanha. A dispensa da
concorrência, para a Fiemg, prejudica diversas empresas produtoras de luminárias, entre elas a Tecnowatt, líder do setor no Brasil,
que tem como sócio o presidente da Fiemg, Stefan Bogdan Salej. Agostinho Silveira Neto afirmou, ontem, que as empresas
mineiras podem provar tecnicamente condições para oferecer o produto com a mesma qualidade e preços inferiores aos da
concorrente estrangeira. A assessoria da Cemig negou ontem que a empresa tenha efetuado compras desrespeitando a legislação e
as exceções previstas para a dispensa de licitações. Um desses casos considera a urgência da compra de material. Cerca de 30
indústrias mineiras fabricam material elétrico, atendendo à Cemig, mas acabaram perdendo mercado para fornecedores
estrangeiros nos últimos anos.
Fonte: Estado de Minas (Marta Vieira)
Empregados mantêm usinas ocupadas
BH, 19 – Funcionários da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais) no Triângulo Mineiro ocupam três usinas desde
anteontem. A manifestação não alterou o funcionamento dos locais. Está programada para hoje paralisação das atividades por
uma hora, sem atingir os setores essenciais para o fornecimento de energia elétrica. Segundo Johnson Frederico, do Sindicato dos
Eletricitários de Minas Gerais, a estratégia adotada é a permanência no interior da usina pelos trabalhadores de cada turno, após o
horário de saída. A medida foi adotada para conseguir as seguintes reivindicações: 26% de aumento no salário, fim do trabalho
isolado dos eletricistas e ampliação do horário de funcionamento externo das agências de atendimento. A Cemig informou que as
usinas ocupadas geram 2,6 megawatts (46% da capacidade total da empresa). Até o ontem à tarde, não ocorreu nenhum corte de
energia. Na reunião de ontem entre representantes dos eletricitários e da estatal, persistiu o impasse. Os sindicalistas não
descartam promover uma greve.
Fonte: Estado de Minas (AF)
PGE to Offer "Salmon-Friendly" Power
Portland General Electric (PGE) announced plans to offer customers two green power options. PGE has filed a tariff rider with the
Oregon Public Utility Commission (OPUC) that will give residential customers the option of purchasing up to two 100-kWh blocks
of "salmon friendly" power or wind power, or a combination of the two, at a premium of $5 per block per month. The two-block
option would supply about 20% of an average residential customer’s load. The salmon-friendly power is a blend of existing,
low-impact hydro and wind power. The revenue from the power sales would be split evenly between paying the cost of the power
and supporting local salmon habitat recovery projects. The wind power option would offer power generated from the Vansycle
Ridge wind farm in northeastern Oregon, with half of the revenues to be used for the development of new wind resources.
Commercial and industrial customers would be able to purchase a limited amount of green power, depending on their size, at the
same rate as residential customers. Under the state’s recently enacted electricity restructuring law, PGE is required to offer its
residential customers a portfolio of rate options, including a green power option. The Green Power Network is a service of the
U.S. Department of Energy and is maintained by the National Renewable Energy Laboratory.
Fonte: Green Power Network
CEC Proposes Reduced Customer Credit
The Renewables Committee of the California Energy Commission (CEC) has issued proposed changes to the state’s customer credit
program for renewable energy purchases that would, among other things, reduce the amount of the credit from 1.5¢/kWh to
1.25¢/kWh starting December 1, 1999. The change has been proposed to ensure that there are sufficient funds to last until 2002,
when the credits are scheduled to expire. The new credit level, if approved by the full Commission, would be effective through
June 2000. The Committee also recommends that the annual cap of $1,000 be retained for larger customers. The Commission will
consider the proposed changes at its upcoming November 17th business meeting. Public comments are encouraged.
Fonte: Green Power Network
ABDO: Aneel só justificará publicidade sob requisição do MP
BRASÍLIA, 19 – A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) só vai se pronunciar sobre sua campanha publicitária lançada na
semana passada se explicações forem requisitadas pelo Ministério Público Federal. A afirmação é do diretor-geral do órgão, José
Mário Abdo. Ele adiantou, porém, o teor de sua justificativa caso tenha de se explicar sobre o tema. "Vamos responder com a
consciência de que estamos divulgando as realizações da agência para a sociedade", disse. Ontem, o deputado Milton Temer
(PT-RJ) enviou ao Ministério Público Federal uma representação para uma ação civil pública, exigindo a devolução de R$ 2
milhões que foram utilizados na campanha publicitária da Aneel. Os anúncios têm sido veiculados na TV e em 16 páginas das três
principais revistas semanais do País. Ainda nesta quinta-feira, o ministro das Comunicações, Pimenta da Veiga, disse que não vê
sentido na divulgação da agência em si, mas sim do setor elétrico depois da privatização, para conhecimento da opinião pública.
Fonte: InvestNews (Camila Matias/PU)
PIMENTA: Governo reavalia privatização, mas não as agências
BRASÍLIA, 18 – O ministro das Comunicações, Pimenta da Veiga, disse esta tarde que o governo está avaliando o processo de
privatização, com objetivo de aprimorá-lo, mas ressalvou que isto não significa que se pense na reestruturação das agências
reguladoras. No início da semana, após o presidente Fernando Henrique Cardoso ter criticado empresários por aumentos de
salários, que alimentam a inflação, a crítica foi rebatida com argumentos contrários aos reajustes de tarifas que vêm sendo
autorizados. FHC respondeu que aumentos de tarifas públicas não são mais responsabilidade do governo, mas das agências
reguladoras. A partir daí, ficou no ar a expectativa de que o governo estivesse pensando em mudar a forma como atuam as
agências nacionais, como a de Telecomunicações (Anatel), de Energia (Aneel) e de Petróleo (ANP). Pimenta disse que o Conselho
Nacional de Desestatização (CND) não está avaliando as agências, mas sim a privatização e todas as conseqüências econômicas
deste processo no País, desde impostos, até questões futuras que possam ter repercussão na economia, como atração de
investimentos. O ministro confirmou que existe interesse do governo em estudar melhor os contratos de concessões – assinados
entre as agências e as concessionárias de serviços públicos, muitas delas recém-privatizadas -, mas descartou mudança nas tarifas.
Segundo Pimenta, o que se busca é o cumprimento do estabelecido nos contratos. "Os contratos serão rigorosamente cumpridos.
Estamos fazendo nossa parte, e exigiremos que a outra também o faça.
Fonte: InvestNews (Camila Matias/CB)
ONS: Demanda por energia caiu 4% em outubro
BRASÍLIA, 18 – O implantação do horário de verão no Sistema Elétrico do Sul, Sudeste e Centro-Oeste representou uma redução
em torno de 4% na demanda instantânea, ou seja, houve redução de consumo equivalente a 2170 MW no horário de ponta
(período quando a luminosidade interfere, que vai das 5 às 9 horas e das 17 às 22 horas). Este montante é comparável à demanda de
uma cidade do tamanho de Belo Horizonte (MG). A informação foi divulgada há pouco pelo Ministério das Minas e Energia e
estão em relatório preparado pelo Operador Nacional do Sistemas Elétrico (ONS). O estudo foi realizado durante o mês de
outubro, quando a novidade foi implantada, no dia 3. No Sistema Sudeste/Centro-Oeste a redução atingiu valores de cerca de
5,9%, equivalentes a 1940 MW. A queda do consumo no estado de São Paulo foi de 1170 MW. Nos estados do Rio de Janeiro e
Espírito Santo, uma das áreas mais críticas de fornecimento de energia, a demanda passou de 6704 MW antes do horário de verão,
para 6.084, após sua implementação. No Sistema Elétrico do Nordeste, a redução na demanda atingiu 3,5% ou 260 MW, o
equivalente ao consumo da cidade de Maceió (AL) no período de um mês. Na área do Rio Grande do Sul, o consumo passou de
3.270 para 3.100. Na área norte do Nordeste, a queda foi de 30 MW. No sul da Bahia, a redução representou 13 MW. Na área oeste
do Nordeste, a queda foi de 15 MW, e na área sudoeste da região Nordeste, o consumo passou de 303 MW para 294 MW.
Fonte: InvestNews (Camila Matias)
País tem energia para o verão
São Paulo, 17 – O País vai trabalhar neste verão com reservas de 3 mil megawatts de energia elétrica, dobro da capacidade mínima
necessária para essa estação do ano, quando há maior consumo no horário de ponta, entre 18 e 20 horas. A garantia é do secretário
Nacional de Energia, Benedito Carraro, buscando tranqüilizar os consumidores sobre a possibilidade de um racionamento de
eletricidade. Carraro salientou que os 3 mil megawatts significam 5% da energia elétrica gerada no País, o que é considerado pelos
técnicos um índice aceitável de reserva. Ele admitiu, porém, que os reservatórios das principais hidrelétricas estão em situação de
baixa, por causa da forte estiagem, mas afirmou que com o início da estação chuvosa, a partir de dezembro, a situação deve
melhorar. O presidente do Operador Nacional de Sistema (ONS), Mário Santos, disse que o governo já tomou as providências na
área de energia elétrica para enfrentar o verão 99/2000. Segundo ele, foram realizadas obras no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul,
Rio Grande do Norte e Ceará para prevenir possíveis problemas de desabastecimento. Também foram ampliadas as capacidades de
geração, com um ganho adicional de 500 megawatts no período do verão, acrescentou Santos.
Fonte: Agência Estado (Denise Ramiro)
Aneel fará plantão especial para enfrentar o bug
Brasília, 19 – O diretor-ouvidor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Eduardo Henrique Ellery Filho, informou, há
pouco, que a empresa fará um plantão especial no dia 31 de dezembro deste ano. A Aneel havia determinado, em agosto, que todas
as concessionárias de energia elétrica apresentassem planos de contingência para assegurar a prestação de serviços na virada do ano
2000. "O setor elétrico está pronto para enfrentar o bug", informou a Aneel.
Fonte: Agência Brasil
NATIONAL POWER: Duas usinas serão vendidas por US$ 1,6 bi
LONDRES, 17 – A National Power, segunda maior geradora de energia da Grã-Bretanha, informou hoje que está vendendo duas
usinas, avaliadas em US$ 1,6 bilhão (1 bilhão de libras esterlinas), e que irá separar suas operações britânicas e internacionais, com
o objetivo de elevar a lucratividade. A empresa, que está revisando a estratégia desde que seu CEO (Chief Executive Officer) Keith
Henry deixou o cargo em abril, também divulgou planos de devolver cerca de US$ 990 milhões (600 milhões de libras) aos
acionistas e de recomprar até 10% de suas ações. Segundo o chairman John Collins, a separação das duas divisões da companhia
permitirá que se tire vantagens das posições da empresa em mercados diversos e de novas oportunidades em cada área de
operação. A British Energy informou ter aceito comprar a usina de carvão da National Power em North Yorkshire por US$ 1
bilhão (615 milhões de libras) em dinheiro. A venda deve ser finalizada antes de março de 2000. A NRG Energy comprará a usina a
gás de Killingholme por cerca de US$ 676 milhões (410 milhões de libras).
Fonte: InvestNews (Renato Cruz)