Energia solar com inovação tecnológica

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Acreditamos que as energias alternativas precisam ser incrementadas no Brasil, mas carecem de inovações tecnolócicas a serem desenvolvidas nos centros de excelência das empresas da área,universidades einiciativa privada. A notícia abaixo vai nessa linha.


Inovação de futuro para a energia solar



J. Lynn Lunsford, The Wall Street Journal, Valor







A Hamilton Sundstrand, subsidiária do conglomerado americano United Technologies Corp. e mais conhecida como fornecedora de componentes para o setor aeroespacial, deve anunciar hoje que se uniu à US Renewables Group, uma firma de private equity, para comercializar um novo tipo de usina solar. A diferença – ela usará um sal derretido para armazenar o calor do sol e poder convertê-lo em eletricidade quando o sol não brilha.









“Achamos que há um mercado enorme aí”, disse David Hess, diretor superintendente da Hamilton Sundstrand, que divulgou um faturamento de US$ 5 bilhões em 2006. A empresa diz que as usinas que utilizarem um sal aquecido a mais de 560 graus conseguirão gerar até 500 megawatts de potência no período de pico ou gerar continuamente 50 megawatts. Um megawatt é suficiente para abastecer cerca de 1.000 residências. O sal derretido perde apenas cerca de 1% de seu calor durante um dia, o que possibilita o armazenamento. “O sistema vai funcionar como uma usina hidrelétrica convencional, mas com várias vantagens”, disse Lee Bailey, diretor-gerente da US Renewables.


“É mais previsível do que as reservas de água, o insumo é gratuito e não se extingue e o impacto ambiental é essencialmente zero.”

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