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Já não basta vender todas as estatais para conter a fúria especulativa, sempre atendida prontamente pelo govêrno federal com alguma nova concessão. A situação é tão grave que já se pensa em "pré-vender" as estatais, tendo FURNAS como carro chefe. A empresa, provavelmente já esquartejada, vai virar um título a ser lançado pelo BNDES no exterior. Veja a notícia do GLOBO de 1/10/98. Evidentemente com um belo desconto, pois, ao contrário do Brasil, ninguem rasga dinheiro lá fora. O que se comenta é que o "mercado" quer 18% de desconto para adiantar o dinheiro das empresas elétricas. Será que resolve alguma coisa? Resposta aqui .


Governo quer antecipar a entrada de US$ 18 bilhões para reforçar reservas


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De acordo com Mendonça de Barros, outra ação vem sendo preparada pelo BNDES e trata de conseguir recursos no mercado externo com bônus cuja garantia são ações das empresas elétricas federais que serão privatizadas ano que vem. Segundo ele, o modelo deve ser idêntico ao fechado com os estados, quando o BNDES e a Eletrobrás anteciparam recursos para os governos estaduais e federalizarem as distribuidoras de energia, privatizando-as em seguida. Mendonça de Barros acredita que a União possa obter US$ 10 bilhões com esses bônus.


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Os bônus que o Governo pretende lançar no exterior para antecipar o pagamento de empresas do setor elétrico podem ser lançados em dois meses.

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