Na realidade o risco é maior do que a simples soma dos 8% admitidos pelo govêrno e os 5% expurgados como salienta Tolmasquim. A razão disso é simples: numa situação de deseqüilíbrio entre oferta e demanda, a maioria dos déficits visualizados pela simulação do sistema se situa abaixo de 5% do mercado não considerados pelo govêrno. Portanto o risco é no mínimo 13%. Uma avaliação mais honesta admitiria um risco de 20%.