Recebemos do Eng eletricista Ivo Pugnaloni, do Paraná,uma copia do seu trabalho, contendo 18 páginas ( em pdf). Devido às dificuldades em reproduzí-lo na íntegra, colocamos abaixo o resumo dos assuntos tratados. As pessoas interessadas em ter o conteúdo completo, poderão dirigir email ao autor, que o enviará.
ILUMINA
UMA ITAIPU DE POLUIÇÃO, ENERGIA CARA E AQUECIMENTO GLOBAL.
DE QUEM SERÁ A CULPA PELO ENORME CRESCIMENTO DA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA ATRAVÉS DE COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS NO BRASIL?
Ivo Augusto de Abreu Pugnaloni, ivo@enercons.com.br
O fato.
1. Temos potencial hidráulico de sobra. Mas nos leilões da ANEEL e da EPE, há mais de 3 anos quase que só se compra energia de fonte fóssil.
As conseqüências.
2. Os impactos sobre as tarifas e o ambiente. A perda de competitividade da indústria brasileira, a geração de “Débitos de Carbono” e a chuva ácida.
A versão dos atuais responsáveis.
3. “A culpa é do setor ambiental”. E dos brasileiros que moram em favelas e “roubam energia”.
Versão de outros especialistas.
4. Existe favorecimento às térmicas. E descaso com hidroelétricas, as eólicas e com qualquer coisa que não consuma bastante combustível fóssil. E principalmente, bastante petróleo.
Resumo.
5. Um jogo de afirmações públicas que movimenta bilhões de reais e de toneladas de CO2.
O nosso dever de casa.
6. As obrigações do Governo, do Congresso, do Judiciário e da sociedade.
Não basta pôr o dedo.
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O lugar das térmicas
8. Biomassa e emergenciais.
O paradoxo, a letargia e o inexorável.
9. Brasil, terra que tem palmeiras e onde canta o sabiá.
Onde os ambientalistas ficam mudos frente às
termoelétricas, as autoridades do setor elétrico parecem não gostar de fontes renováveis e os estudantes não estão nem aí, talvez porque o petróleo “já seja nosso”.
Nossas primeiras ações
10. Que fazer?
Frente à pressão da maquina de estado e ao peso da opinião dos “grandes atores” nos veículos de informação, alguns colegas nos perguntam: “mas somos tão poucos e tão pequenos frente ao sistema”, que poderemos fazer?Algumas idéias já surgiram nesses dias.
a) Emergencialmente, enviaremos petição à EPE solicitando a prorrogação do prazo da consulta pública.
b) Em caso de resposta negativa ou não recebamos resposta da EPE, entraremos com Mandado de Segurança junto à Justiça Federal.
c) Solicitaremos marcação de Audiência com o Presidente da República para entregar documento alertando desses fatos e pedindo providencias.
d) Solicitaremos à Comissão de Minas e Energia da Câmara e à Comissão de Infraestrutura do Senado a realização de uma Audiência Pública em cada uma das casas do Congresso sobre o Plano Decenal.
e) Realizaremos reunião
f) Criaremos um suporte de internet que permita não só a discussão e difusão do tema na sociedade, mas a organização de núcleos locais e estaduais do movimento.
g) Enviaremos texto de esclarecimento e convite a todos os sindicatos patronais e de trabalhadores, suas federações e confederações, às universidades e organizações sociais, para que se engajem na discussão do tema.
h) Enviaremos ao Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas uma correspondência solicitando a designação de uma equipe técnica para avaliar quanto a sua sustentabilidade, o Programa Decenal de Energia Elétrica do Brasil.
i) Enviaremos a todos os sindicatos e associações de professores universitários, do ensino médio e fundamental, a todos os centros acadêmicos, pedindo que eles discutam o Plano Decenal em sala de aula como parte das disciplinas relacionadas ao meio ambiente, à engenharia, à economia, à geografia, ciências, etc.
E Você ? Vai ficar aí parado? Junte-se a nós! Envie sua contribuição e participe:
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